Pular para o conteúdo principal

No céu astral



Daqui uma semana já estarei com 36 anos. E afora esse lance de preocupação com a idade – entenda envelhecimento precoce - cabelos brancos, rugas, e coisa e tal; atipicamente, esse ano não tive inferno astral. Ou pelo menos não senti. Diliça!

Talvez não tenha tido preocupações no período, nem incertezas, nem anseios, nem nada. Creio que nosso estado de espírito é que rege esse negócio de inferno astral. Só pode ser...

Não sei como será esse ano. Agora, aqui em casa, sou só há um de Virgem. O outro vai fazer festa no andar de cima. De certo terá pagode, churrasco e bebida a vontade. E nem vem com essa de coisa do capeta. Pecado é não comemorar aniversário.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…

Quati

Ai, acho que estou com um desses nas costas, me tirando as forças e me deixando sem a capacidade de pensar direito... Hummm... Talvez precise voltar pra cama assim que terminar a introdução do meu trabalhinho. Melhor, da produção do conhecimento... [hihihi].