Pular para o conteúdo principal

Artesanatos


Larguem-me numa feira de artesanato com a carteira cheia de dindin. Adivinhem? Sim, eu gastei toda minha pequena economia da semana numa só tarde. E nem trouxe muita coisa. Só um par de palmilhas com pelinhos para a tia fazer uma sapatilha de lã. Mas esta havia comprado na rua mesmo.

Da Feira Mundial de Artesanato, instalada provisoriamente no Cais do Porto aqui da capital dos gaúchos trouxe algumas bugigangas apenas. Ou seja, um anel de miçangas pretas, um par de brincos com olho de tigre, cuja pedra adoro e só perde para o citrino [pelo menos das gemas semi preciosas], uma niqueleira e uma presilha de cabelos feitos pelos índios pataxós, em coco. Pronto!
Está bem. Também comi um doce de pistache com mel do Egito, um pastel de maça de Portugal, um acarajé e uma tapioca daqui mesmo, mas feitos por uma preta gorda cuja origem é do Estado da Bahia. Tudo uma delícia...

O quê? Está achando que é fácil manter esse corpo arredondado sem comer demais? Não, não!

Comentários

hehe..pelo menos comprou mais artesanato do que comeu...foi por pouco...5 a 4..uhauhaua

Guria. o blogspot tá cheio de novos modelos designs...viu só...
jana disse…
kkk
agora eu sei onde foi o r$ da nossa ceva
e o regime/ dieta?
foi para o espaço ou vc ainda nem começou?

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe