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A Rainha do Poker



Demorou, mas todos os presentes conseguiram jogar e até blefar no mini cassino que montei aqui em casa na sexta. A idéia era inaugurar a mesa que havia comprado, mas além disso, as cadeiras também foram brindadas. Uma até abriu as perninhas, mediante tanta pressão corpórea e por tantas horas. Arribou a coitada. Duas, na avaliação final da noite.

Pôquer foi o jogo escolhido. Há muito tempo queria aprender esse tipo de carteado e depois de horas saquei a estratégia básica de pelo menos uma forma de se jogar. Ganhei. Ganhei várias vezes na verdade. Ao contrário da Gringa da Rondinha, que perdeu quase todas. Saiu do clube do pôquer devendo pra banca. O que a perdoou foi seu bom humor e fato de ter levado confeitos de chocolate para enfeitar o bolo do aniversariante; ah, claro, e por ter tido a idéia brilhante de ter levado chocolate me barra também. Só por esse último e majestoso detalhe, ela tem crédito para a próxima jogatina.

Tudo certo: quitutes, nicotina, drinks e cartas. Não faltou nem a toalha verde de feltro para cobrir a fórmica branca de uma mesa tabajara, mas que provou agüentar muito mais do que esperávamos. Muito mais que as cadeiras. Que, aliás, vou precisar de novas, com certeza, a menos de 30 dias de aquisição do atual bem. Mas valeu pela diversão. Dei boas risadas e teria enriquecido, não fosse a pobreza dos participantes...

C’est la vie mon amies! C’est la vie…


p.s.: depois de uma hora de carteado e várias derrotas, todo mundo desenvolve um espírito de jogador e começa a blefar.

Comentários

Nanda Assis disse…
adoroo. nem me convida.

bjosss...
opa! na próxima jogatina, com certeza te chegará um convite. adoro boa parceria.

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