Já que tu tocaste no assunto, eu vou falar... Nunca fui de beber muito, e na verdade não fiquei bêbado nenhuma vez na época em que eu bebia. Cerveja eu não costumava beber, e cachaça acho que nunca nem experimentei (não deu tempo!). Bebia vinho Palmeiras de vez em quando, tinto. Quando eu vierei muçulmano, parei de vez, sem dificuldade. Mas, uma semana antes de sair de São Paulo e ir para Buenos Aies, eu estava muito triste, e tinha acabado de terminar um relacionamento de um ano e 16 dias. Aí resolvi beber mesmo! Foi no mês de maio, num dia em que o Palmeiras jogou, eu me lembro. Encontrei um gordinho hétero "por aí' e passei a noite com ele. Bebemos até ficarmos de fogo - coisa que ele já estva. Eu fui com ele no bar, lá mesmo, no Bexiga, centão. Eu comecei a chorar, tudo aquilo... No fim, ele pediu dinheiro e acabou levando o meu celular sem que eu me desse conta, e o pior de tudo, não fizemos nadinha! Ainda por cima, eu criei coragem prara ir na casa do ex, topei com ele e o outro e fiz o maior barraco. Gritei coisas absurdas, chemei ele de assassino! Todo mundo ouviu e todo mundo viu quando eu quebrei a porta do lugar! Ele tinha matado a minha alma, era um assassino! Chamaram a polícia, mas eu fui embora antes dela chegar. Na verdadde eu queria saber já fazia tempo, se quem bebe se esquece ou não. eu me lembrei de tudo no dia seguinte, quando cheguei atrasado no trabalho... Bem que tentei ligar pro Marcelo, o gordinho sacana da noite anterior, no trabalho dele, uma distribuidora de revistas. O patrão me atendeu e foi super grosseiro: "Ah, quer dizer que primeiro ele te comeu e depois te roubou, né viadinho?" Eu morri de raiva, mas me controlei pra não mandar ele tomar naquele lugar, e só falei assim: "Não, nem isso ele fez". (risos) Agora, eu continuo sem beber. entendo o Alcorão quando ele proíbe o consumo de àlcool, mas também entendo quem bebe para se consolar dos problemas, ou mesmo para ficar mais descontraído. Só não sei se é mesmo verdade que beber faz esquecer, acho que é porque a min ha embriaguez não foi profunda. Os meus poetas favoritos, como Omar Khayyam e Hafiz, escreveram páginas inteiras louvando o vinho, e eram muçulmanos! Às vezes eu tenho vontade de beber, sabe... escondido, para ninguém ver, sozinho no meu quarto, mas tenho medo de acabar gostando e me viciar. Adorei o post, é curtinho mas fala muito. Não acredito que não haja gente que não possa beber tudo aquilo... Até mais. Beijos da Flor.
Li a pouco a coluna de Ruy Carlos Ostermann para seu blog . Primorosa como sempre. E descobri que temos algo em comum. Nós dois sabemos fazer “nada” muito bem. Cada uma ao seu estilo. O professor referia-se a sua atividade de férias. Em janeiro ele se encheu de “nada” e aproveitou maravilhosamente seus dias de sol e de chuva. É assim que vivo também, meus dias de folga. Aí está outra diferença entre nós. Vivo um semestre de férias. Que, aliás, deveriam ter acabado em janeiro, mas estendi por mais algumas semanas, já que é verão e calor pede praia, inevitavelmente. No meio do “nada” a gente inclui algumas coisinhas. Eu, por exemplo, encontro amigos. E é tão bom rever os afetos e ter noticias boas... Mesmo que seja por pouco tempo. A hora do almoço. Mas valem os sorrisos, as repreensões, as novidades, as “velhicidades”, os auxílios e as promessas. Isso dá um ânimo no dia a dia de dar gosto! Também, a pouco, retomei uma atividade que há meses não exercia. O da escrita, da revisão, da ediç...
Esse é um romance que sempre quis ler. O autor de Rota 66 me impressionou tanto na faculdade que passei a admirá-lo. Mesmo que antes, Caco Barcellos já tivesse que aprisionado com seu trabalho na tevê. Tinha orgulho de termos o mesmo sobrenome, que além de ter origem francesa, é chique demais. Pena é que o Caco tenha ficado abusado e esteja a frente desse programinha ½ boca que é o Profissão Repórter. Depois de ser instigada por " Rota 66 " e querer ler o livro que revela como pensam e agem os criminosos que impõem o terror no Rio de Janeiro, venho desanimando a cada semana quando aquele programa da Globo vai ao ar. O best-seller "Abusado: O Dono Do Morro Dona Marta", da Record, já não me parece tão atraente assim. E ele, aos poucos perde o brilho e, quem, também deixará de ser o consagrado jornalista Ainda bem que tenho outros interesses. Um deles é Para Francisco, da Cristiana Guerra que mantém três blogues muito bacanas [ hoje vou assim e amor e ponto - veja os...
Foto 3/365 Tio Frank. Um filme filme lindo sobre os medos e a vida de um homem gay. A história acontece na Carolina do Sul (e Nova York), na década de 70. Na sinopse, ele estava classificado como comédia. Estranho rotular os dramas da vida de uma pessoa como algo engraçado. Certamente é reflexo de uma sociedade machista, sexista, homofóbica. Uma trama forte e delicada. Daquelas que se chora do início ao fim, como podem perceber no autorretrato. Fiquei muito afetada. Talvez por que estivesse procurando uma comédia pastelão e me deparei com um dramalhão de primeira. Há dias quero só amenizar as ideias, anestesiar sentidos, iludir os pensamentos. Fugir da realidade mesmo. Final de ano vem tantas emoções à tona... Não sei lidar com a vida adulta até hoje. Parei no tempo. É saudade batendo na porta. É ausência se fazendo presente. É amor desperdiçado da gente. É tanta gente sem gente nesse mundo, vivendo uma pandemia sem fim, quase sem esperança. A boia existe, mas a maré não est...
Comentários
Ah ,se quiser mandar sua história, seu mico, tá valendo sim;
duplextwenty@hotmail.com ou glaukitos1980@hotmail.com.
=]
bjooooo
sou eu o Glauco/Glaukitos.
he he he
bjosss...
Nunca fui de beber muito, e na verdade não fiquei bêbado nenhuma vez na época em que eu bebia.
Cerveja eu não costumava beber, e cachaça acho que nunca nem experimentei (não deu tempo!). Bebia vinho Palmeiras de vez em quando, tinto.
Quando eu vierei muçulmano, parei de vez, sem dificuldade. Mas, uma semana antes de sair de São Paulo e ir para Buenos Aies, eu estava muito triste, e tinha acabado de terminar um relacionamento de um ano e 16 dias. Aí resolvi beber mesmo! Foi no mês de maio, num dia em que o Palmeiras jogou, eu me lembro. Encontrei um gordinho hétero "por aí' e passei a noite com ele. Bebemos até ficarmos de fogo - coisa que ele já estva. Eu fui com ele no bar, lá mesmo, no Bexiga, centão. Eu comecei a chorar, tudo aquilo... No fim, ele pediu dinheiro e acabou levando o meu celular sem que eu me desse conta, e o pior de tudo, não fizemos nadinha! Ainda por cima, eu criei coragem prara ir na casa do ex, topei com ele e o outro e fiz o maior barraco. Gritei coisas absurdas, chemei ele de assassino! Todo mundo ouviu e todo mundo viu quando eu quebrei a porta do lugar!
Ele tinha matado a minha alma, era um assassino!
Chamaram a polícia, mas eu fui embora antes dela chegar.
Na verdadde eu queria saber já fazia tempo, se quem bebe se esquece ou não. eu me lembrei de tudo no dia seguinte, quando cheguei atrasado no trabalho...
Bem que tentei ligar pro Marcelo, o gordinho sacana da noite anterior, no trabalho dele, uma distribuidora de revistas. O patrão me atendeu e foi super grosseiro: "Ah, quer dizer que primeiro ele te comeu e depois te roubou, né viadinho?" Eu morri de raiva, mas me controlei pra não mandar ele tomar naquele lugar, e só falei assim: "Não, nem isso ele fez".
(risos)
Agora, eu continuo sem beber. entendo o Alcorão quando ele proíbe o consumo de àlcool, mas também entendo quem bebe para se consolar dos problemas, ou mesmo para ficar mais descontraído.
Só não sei se é mesmo verdade que beber faz esquecer, acho que é porque a min ha embriaguez não foi profunda.
Os meus poetas favoritos, como Omar Khayyam e Hafiz, escreveram páginas inteiras louvando o vinho, e eram muçulmanos!
Às vezes eu tenho vontade de beber, sabe... escondido, para ninguém ver, sozinho no meu quarto, mas tenho medo de acabar gostando e me viciar.
Adorei o post, é curtinho mas fala muito. Não acredito que não haja gente que não possa beber tudo aquilo...
Até mais.
Beijos da Flor.
Passa lá e diz o que achaste.
Te adoro