Pular para o conteúdo principal

Já amanheceu?! Mas é tão cedo...









Se um dia olhar para o céu
E não ver as estrelas...


Se liga, porque já amanheceu!


Quem merece acordar às 7 horas e passar a manhã de uma véspera, de véspera de final de semana, ouvindo um bando de políticos ensebarem correligionários, em cerimônia de entrega de obra? Ninguém! Muito menos eu, que ultimamente só saio da cama para o almoço, às 11h15.

Mas hoje não teve jeito. O despertador tocou e a cada 15 minutos ele avisava que deveria ir tomar banho, café e sair pra trabalhar. E a cada 15 minutos eu pensava: “só mais um pouquinho Elaine...” Como o esperado; eu atrasei, mas não muito mais que oito minutos do que o horário para início do evento, que esse sim, atrasou mais do que o de praxe.

Enfim, o resultado é que tenho várias entrevistas gravadas para transcrever. Um assunto chato e sem solução, que é a segurança pública, como fundo das matérias. Sem falar que o sono turva minhas idéias, que em dias normais já são complexas, imaginem com a cambada do “peemedebe” alvoraçada, misturada com policiais civis e militares...
.
Não, não! Melhor preparar mais um café...

Comentários

Juju disse…
Olá, achei seu blog, e adorei, virei seguidora, e estarei sempre por aqui...
Também tenho um blog pessoal, historiasdejuju.blogspot.com
Se der, dá uma passadinha por lá
=**
Nanda Assis disse…
trabalho dificil!!!

mas amiga vc é profissional.

bjosss...

.
__00000___00000 *.*. * * .
_0000000_0000000. * . * . * . * .* ..
_000000000000000. * .
__0000000000000 * . * * .*
___00000000000 * . *. *
_____0000000 * . *. * . * . *
_______000 *
jana disse…
pois então
se vc não ficasse até a meia noite acordada
dormia mais e acordava cedo
he he he

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe