Pular para o conteúdo principal

Formatura da Hast West



Como sempre, acertei no meu pressentimento. Foi tudo de bom à noite de formatura dos alunos da Half West, Escola de Informática em Arroio Trinta. A Muriel e o Vanderson estão de parabéns pela cerimônia, jantar e até baile, organizado para os alunos e familiares. Deu para perceber o carinho que eles têm pela comunidade e a satisfação dos alunos e da família pela conclusão dos cursos.

De lambuja eu ganhei o presentão. Um final de semana diferente e bem típico do interior; onde as pessoas são empenhadas e comprometidas em seus sonhos, envolvendo quem está em torno. Eu só lamento que isso não é o perfil de todos os interioranos, mas só das pessoas de bem, como o casal aí de cima. Os dois têm objetivos de vida e de acordo com a dedicação com que fazem tudo, qualquer coisa que almejarem vai bombar.

E não é bajulação não! O evento da escola foi preparado para recepcionar 150 pessoas no máximo, mas a expectativa era de fossem em torno de 120. Gente, a festa deu tão boa que tinham 173 pessoas. Como diz meu pai: “Estourou a boca do balão!”

Falo que ganhei o presente porque fui super bem recebida pelo Casal 20 (eu tenho essa mania de apelidar as pessoas). Além de me derem a carona de Videira-Arroio Trinta-Videira, ainda me deixaram a vontade na casa deles, me inseriram nas suas famílias (mães, irmã/cunhada, pai, avô e vódrasta), me alimentaram – experimentei javali, que é uma delícia, e o nhoque de massa – me deram uma cama e um cão amigo para brincar. Fora a boa conversa regada muito mate...

Pra quem está acostumada a passar os finais de semana socada dentro de casa, em Videira, em frente ao computador, as últimas 24 horas foram de ouro! Ah, isso tudo em meio a muito carinho entre eles. Ambiente de paz e amor é tudo que todos deveriam ter e zelar em suas casas... É ou não é para me gabar?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…