Pular para o conteúdo principal

Day after


Tá. Cai na realidade... Nada de passear pela capital dos gaúchos e muito menos saracotear pela cidade maravilhosa. No have money!

Basto um dia depois para me dar conta de que preciso fazer muitas outras coisas na cidade, se quiser ter férias paradisíacas em 2008, ou então, estar motorizada e livre para voar. Melhor, de que tenho que começar a articular oportunidades se quiser, pelo menos, tomar aquela ceva gelada no boteco da esquina, aproveitando as últimas semanas deste verão.

Sim, estou sendo redundante, mas a coisa só não tá preta, porque preta eu já sou. Então, esse post é só para extravasar a minha incredubilidade perante a minha total inabilidade de administrar meu orçamento doméstico.


* * *

Fiquei preocupada hoje, no final da tarde. Mas, depois que descobri sobre a terapia que é cozinhar, assistir Lost e ouvir música, tudo mudou na minha vida! Sim, basta-me pouca coisa para me fazer feliz de novo nesta minha etapa de vida. Porém, hoje, depois de todos os percalços dessa longa estrada (tá, nem tão longa assim...), agora, depois de um beicinho, de um cenho frisado, vem aquele sorrisão e a expressão tão famosa: 'que meigo!'

Aos poucos volta a vontade de escrever no blog, a vontade de desabafar ou relatar os momentos experimentados, do sentimento sentido, da lembrança dos fatos vistos, dos amigos queridos. Viu, até rimou. Ah, claro, chorar as pitangas pelo orkut também conta. Gracias muchacho! E.T.A


* * *

Ah, tenho uma dúvida quase shakespeariana: amar ou não amar, eis a questão... Eu, já que fiz o trocadilho, também respondo: claro! 'Tudo vale a pena se a alma não é pequena'.
(Tô infame hoje com esses ditadinhos..., he he he. Será a anunciação do fim?)

Comentários

Anônimo disse…
See Here
Anônimo disse…
eu já disse para vc arramjar um marido rico, he he he
por falar em marido o "meu" está de aniversário sexta feira, pena que vc não vai participar do nosso menage happy birthday, ha ha ha
Betty!!! Eu chego no Domingo!!! Vamos fazer outra festa?

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Atrás da folhinha verde?

Eu já cansei desse papo de superação feminina, até no sexo. A gente tem que saber plantar bananeira, beijar a brasileira, a japonês e agora até beijo grego. Tem doido que gosta de mal tempo inclusive na cama e pede para a parceira a chuva dourada ou a chuva negra. Ai, eu gosto de uma "pimentinha", como diz o Enfil, mas essa loucura eu estou passando.

"Eu quero a sorte de um amor [sexo] tranquilo, com sabor de fruta mordida". Pronto. Nem mais, nem menos. Sou a favor de um comportamento ecologicamente correto, mas não estou na pilha de aprender a fazer a folhinha verde. Não, não!

Agora, se quiser saber mais sobre minha indignação a respeito da liberdade sexual, vá no Sexo Verbal e leia meu texto sobre o assunto. Ah! E não esqueça de opinar. Eu gosto tanto de lero, lero... Principalmente sobre sexo.