Pular para o conteúdo principal

Sábado "D"

Sábado "D" = a Dia de Desperdício de Dinheiro! Se houvesse uma pesquisa diria que me enquadraria perfeitamente no perfil de pessoas que só saem de casa nos dias "D" do comércio, com o intuito de "ver" vitrines, dar uma entradinha rápida na loja, ficar se tapeando entre os clientes para ver as promoções e experimentar os lançamentos. E, no final, voltar para casa de bolsos vazios (do pouco dinheiro que lá havia) e cheia de sacolinhas.
Não, sem noção! Pior ainda é ver que faltou dinheiro para comprar aquilo que realmente era necessário, reservar para o dia útil seguinte e, ao chegar em casa, ver que não vai dar para comprar mesmo, porque o pouco dinheiro que havia foi gasto em comidinhas, hahaha, ou numa caixa de chá linda. Sim, agora tenho uma caixa de chá lindíssima, como sempre quis, e nunca tive coragem de comprar. Mas continuo sem aquele sapatinho confortável, e elegante, para sair nas noites laranjas de Videira...
Ai que não me aguento mais consumista, não me aguento mais numa cidade cujo entretenimento do sábado à tarde são os dias "D"s do mês, onde o comércio fica aberto até às 16 horas. Quem pode economizar assim? Aliás, quem pode ficar com uns trocadinhos assim? Aliás, me tranquem em casa, sil vous plaît!
E depois de andar a tarde toda, provocar a cede até não aguentar mais (para depois matá-la com ceva, hahaha), terminar o passeio na pastelaria nova e encher a Ana daquela gostosura diliciosa... Que adianta subir a pé? Não iria dar para baixar todas as calorias engeridas no dia, subindo 90 degraus para se chegar em casa.
Bom, mesmo assim, fui laranja, voltei bagaço do centro, mas bem feliz... Hahaha. Sim, eu gosto do Sábado "5D". Vou até olhar na agenda para ver quando é o próximo..., para já na sexta-feira à noite me algemar na cama e não conseguir sair de lá, até o Domingo E...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…