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Agora, a Bri é mais gata!

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Vou contar a história de uma gata. Melhor! Vou contar a história de uma família transformada por uma gata. A Brigitte Bardot. A nossa gata vaquinha do coração. A nossa mais nova estrela guia. Lady Bri #BrigitteBardot #gatavaquinha #cat #instacats #gata #catlover Uma publicação compartilhada por Elaine Barcellos de Araújo (@corderosaecarvao) em Nov 2, 2016 às 6:05 PDT Ela veio pequena para nós. Na ocasião, minha mãe cuidava da vó em sua terra natal. Enquanto eu estava em Porto Alegre com meu pai. A mana já morava no Rio de Janeiro e meu irmão ainda era casado. Morava em outra casa aqui na capital. Eu estava no ano derradeiro da minha formatura. Fazendo o tão temido TCC (trabalho de conclusão de curso) pela segunda vez - sim, tive um processo de rejeição na primeira vez. E numa tarde daquela primavera de 2001 minha amiga Mirela veio visitar-me. Eram tardes de muita conversa, comes e bebes. Ela, também apaixonada por gatos, trouxe a informação de uma feira de animais na ...

Shakirando!

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Estou em um momento Shakira. Sim, gosto da guria. Ela me inspira, me motiva. E também me emociona. Dá uma catada no trabalho todo da rapariga. É muito bom. E em cada álbum mais maturidade musical. Hoje é a vez do clássico: Shakira - Pies Descalzos 1995 Full Album

Põe os phones! Ou não.

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Fico sem palavras quando entro aqui, no Cor de Rosa e Carvão, e vejo esta postagem de final de ano. No entanto, todos os dias escrevo posts imagináveis e eles são lindos, alegres... E que não tomam forma. Estou presa. Perdão! Vou entrar em reformas. E quando minha alma estiver de volta, livre em meu corpo, mente e coração; escreverei. Enquanto isso serei um ser musical. As músicas falam também. Então, ponha os phones e me ouça. Ou não (entre).

Adeus ano velho, a Deus ano novo

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A vida é como uma gangorra. Um sobe e desce rápido demais para quem gosta de aproveitar os bons momentos. Por isso nunca gostei deste brinquedo. Uma hora se está feliz. Em outro instante, triste. E a merda nesse vai e vem é que nem dá tempo para sentir aquele arrepio da instabilidade. É num rompante que tudo acontece. 2016 foi uma gangorra para mim. Como os momentos de baixa foram muito fortes, passei muito tempo perto do chão. E não é isso que almejei para mim. Queria estar mais perto da copa das árvores, sentindo a brisa fresca que passeia pelos galhos a tocar minhas bochechas rechonchudas. Dona Morte visitou minha família duas vezes nesses 365 dias. Em fevereiro, quando minha mãe teve alta hospitalar, os médicos pediram para que começássemos a nos despedir dela. Levei oito meses após sua partida para acostumar com sua ausência. Para que a dor virasse saudade, ainda que intensa. No meio desse período, meu irmão ficou dois meses hospitalizado. Antes disso teve crise...

Estado civil: feliz!

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14:45. De uma segunda feira. Veja que beleza... E é primavera. Pronto. Não preciso de outro motivo para estar feliz, além do fato de ter novos amigos de boteco, uma nova professora de inglês e, quem sabe, um novo affair. Afinal, uma nova quinzena se aproxima.

Eu fujo!

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Estou sofrendo um desgaste emocional. Nem sei se isso existe, mas já diagnostiquei. Rá. E sei a cura também: dar o fora! Pegar a estrada! Viajar sem rumo e sem prazo de validade. Sem pensar em nada, apenas vivendo, curtindo coisas boas. Ficar despreocupada e conhecendo culturas e hábitos novos. Há quem dirá, certamente, que isso é fugir. É coisa de perdedor, medroso. De gente fraca. De quem nunca passou trabalho na vida. E que o remédio certo é um serviço no lombo e coisa parecida, pois problemas se resolve trabalhando, enfrentando-os. Para mim, sair por aí é quase que alforria, liberdade, cuidar da própria vida e ponto. Não tem nada a ver com medo, ao contrário. Não é egoísmo. Ao contrário. É deixar de pensar no coletivo, no todo para fortalecer-se. Significa voltar o olhar para si, reerguer-se, cuidar-se, amar-se. Isto! É amor próprio. Como também sou uma aproveitadora, e estou em um momento de elevar a estima, me beneficiarei da situação para por os sonhos em prática. E s...

Dietando: Quero ser magra!

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E não é pela saúde. É o fator estético que tem me cutucado. Há algum tempo que não vejo mais empatia em ser a gorda gostosa de sempre. Quero ser magra! Tenho acompanhado uma onda fitness pelas redes sociais. Amigos, familiares, colegas, conhecidos... Todos estão "magros". E felizes. Penso no verão e em trocar o sunquini por um biquini cavado. Mas a segunda-feira nunca é a que deveria ser. E protelo mais uma vez o início da dieta ou o retorno para a academia. Reparo no quanto as roupas caem melhor nos novos manequins desse povo fit e diet. E nem são peças novas. As mesmas de um ano atrás, até. E sinto uma vontade de entrar nessa para ficar ainda mais bonita. Sim, por que é assim que eu me vejo. Uma mulher bonita, mesmo que obesa. Tenho consciência de que minhas curvas arredondadas não são agradáveis aos olhos. Tenho muita gordura localizada e que deforma meu corpo. No entanto, depois de crescer e viver assim por tantos anos, sei muito bem como tirar vantagem da minha ...