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Minha consciência está no andar debaixo

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13 graus. Essa é a temperatura que ouço do radialista pela manhã, logo que acordo. E não. Não é cedo... Logo, penso na roupa que não tenho para vestir e me aquecer durante toda a tarde de trabalho. E, às vezes, por parte da manhã, quando preciso atender um cliente ou executar atividades pessoais. Então, enquanto o tempo passa e o dia tenta se aquecer com o astro rei, não dou mole para o meio ambiente. Ligo o ar condicionado. E não fico com culpa. Afinal, o frio é meu, o dinheiro também (ou da firma) e na “friaca” do outono, minha consciência ecológica e autossustentável foi para o inferno. Lá, o clima é mais quentinho. #frio #derenguearcusco #portoalegre #outono #arcondicionado (caraioooooooô!)

40 à vista

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http://souperolanegra.tumblr.com/ Túnel Verde na RS040 em janeiro de 2014 Há uma luz ao fim do túnel. Do Sol.  A energia elétrica tem um custo alto demais para a humanidade e o meio ambiente, para ligar o interruptor. Melhor deixar a natureza seguir seu curso. Em mim também.

Transitando: O gatinho do estacionamento sobre duas rodas

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Tem gato que se locomove apenas com duas patas.  Digo, sobre duas rodas.  Como o gatinho do estacionamento onde deixo o carro.  Ele tem uma moto, charmosa como ele.  Bonita.  E que faz ronron quando sai...

"A vida é mesmo assim"

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Há 20 anos, eu tinha 19. E a disposição de uma manada de elefante. Já estava na universidade, fazia estágio e trabalhava. À noite eu saia. Era época boa da Osvaldo Aranha, a avenida mais agitada, popular e cosmopolita de Porto Alegre. Era ali que as tribos se encontravam. Aos domingos, o momento era para curtir o Brique da Redenção e o Mercado do Bom Fim, com seus bares, sorveteria, e reencontrar os parceiros da noite anterior, do Pub Cais, também do entorno. Naquele 1º de maio, um domingo de sol aquecedor, era dia de Fórmula 1. Dia ver o Senna cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Era a promessa! Naquela madrugada, uma bebedeira juvenil me fez ver o mundo girar. Cheguei em casa, liguei a TV para esperar a corrida, que seria cedinho. Ao raiar. Mas adormeci. Só me lembro de sonhar. Sonhar com um acidente e a morte do piloto brasileiro, ídolo de todo o povo. No início da tarde mais um encontro ao sol, com os amigos, foi registrado. No meio da conversa e relatei ...

Desligo e saio andando

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Não dá. Por muitos anos não assistia a programação televisiva. Por vários motivos. Programação sem conteúdo, programas sem atrativos, profissionais desqualificados... Então aderi a TV a cabo. E a situação não é muito diferente não. Mas melhorou. Só que não dá para ficar sem informação. Principalmente eu que sou jornalista. E a TV aberta é o que mais abastece as regiões com a programação e notícias locais. Também há o fato de que preciso fazer a leitura crítica e técnica do que passa na telinha. É estranho eu não gostar de assistir televisão, mas gostar dessa função em torno desse veículo de comunicação. Ela abastece as rodas de conversas com os colegas e amigos e, também, contribuí para o aperfeiçoamento profissional, mesmo eu não atuando nessa área. No entanto é aí que recomeça a minha dificuldade. Ou resistência. Quase tudo é muito ruim... Sempre adorei ver filmes, programas de comportamento e biográficos, seriados. Mas o melhor de tudo isso está na TV a cabo. Só que...

Coelho Yogin

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Qualquer semelhança é mera coincidência. Sério!  Ok... Talvez eu tenha mais barriga.  E seja menos precisa nas ásanas...  Ok, ok! Não tem semelhança. 

Transitando: Às vezes é assim...

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Na  Linha 255, todo dia é dia de viajar em pé para casa Quando não dou carona, divido o carro. Assim, todos na família conseguem trabalhar de forma confortável e com locomoção ágil. Sem falar na vantagem que o veículo de passeio traz para o lazer em família ou com amigos... Isso tudo tem custo, claro. De repente, um pouco alto para uma só pessoa. Ou seja, para mim. Mas a autonomia tem seu preço. Seu custo e benefício. E nessa vida, às vezes, o resultado do progresso, da prosperidade, pode estar associado diretamente ao quesito econômico. Então não dá para reclamar. Não, não. E, às vezes, é assim, como na foto. É ter que segurar no “corrimão” do ônibus, equilibrar a bolsa no ombro contrário, encaixar o corpo num espaço diminuto, e tentar se manter firme nas curvas acentuadas que o motorista do coletivo faz, mesmo no horário de pico. O bom desses momentos é que não precisa ter atenção no trânsito. Pode-se dar margem à imaginação. Rever momentos de uma reunião, r...