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Desligo e saio andando

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Não dá. Por muitos anos não assistia a programação televisiva. Por vários motivos. Programação sem conteúdo, programas sem atrativos, profissionais desqualificados... Então aderi a TV a cabo. E a situação não é muito diferente não. Mas melhorou. Só que não dá para ficar sem informação. Principalmente eu que sou jornalista. E a TV aberta é o que mais abastece as regiões com a programação e notícias locais. Também há o fato de que preciso fazer a leitura crítica e técnica do que passa na telinha. É estranho eu não gostar de assistir televisão, mas gostar dessa função em torno desse veículo de comunicação. Ela abastece as rodas de conversas com os colegas e amigos e, também, contribuí para o aperfeiçoamento profissional, mesmo eu não atuando nessa área. No entanto é aí que recomeça a minha dificuldade. Ou resistência. Quase tudo é muito ruim... Sempre adorei ver filmes, programas de comportamento e biográficos, seriados. Mas o melhor de tudo isso está na TV a cabo. Só que...

Coelho Yogin

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Qualquer semelhança é mera coincidência. Sério!  Ok... Talvez eu tenha mais barriga.  E seja menos precisa nas ásanas...  Ok, ok! Não tem semelhança. 

Transitando: Às vezes é assim...

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Na  Linha 255, todo dia é dia de viajar em pé para casa Quando não dou carona, divido o carro. Assim, todos na família conseguem trabalhar de forma confortável e com locomoção ágil. Sem falar na vantagem que o veículo de passeio traz para o lazer em família ou com amigos... Isso tudo tem custo, claro. De repente, um pouco alto para uma só pessoa. Ou seja, para mim. Mas a autonomia tem seu preço. Seu custo e benefício. E nessa vida, às vezes, o resultado do progresso, da prosperidade, pode estar associado diretamente ao quesito econômico. Então não dá para reclamar. Não, não. E, às vezes, é assim, como na foto. É ter que segurar no “corrimão” do ônibus, equilibrar a bolsa no ombro contrário, encaixar o corpo num espaço diminuto, e tentar se manter firme nas curvas acentuadas que o motorista do coletivo faz, mesmo no horário de pico. O bom desses momentos é que não precisa ter atenção no trânsito. Pode-se dar margem à imaginação. Rever momentos de uma reunião, r...

Make Up novo

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Pois então: a indústria da beleza faz maravilhas conosco. Tem mulher feia que fica bonita - que não é o meu caso, claro. Tem mulher bonita, que fica linda, admito - e me enquadro nesse quesito. E tem mulher linda que fica ainda mais linda. Tudo com uma boa base, um pó de acordo com o tom da pele, uma máscara bacana e um batom. Pronto! Make Up básico para o dia a dia. Mas no sábado, a dupla dinâmica aqui botou para quebrar. Eu e a “amiguxa” Jana fomos para uma tarde de beleza Mary Kay, com as primas consultoras. Claro que a gente sabia que o momento era de promoção dos produtos, mas nós não resistimos a maquiagens.  Uma profusão de cores em sombras; tons de blushes; batons; máscaras azul, preta e verde; delineadores diferentes; demaquilante; lenços para oleosidade; sabonete para o rosto; esfoliante... Tinha de tudo na Casa Rosa da Mrs. Mary Kay. E, agora, eu também tenho de tudo nos meus estojos de maquiagens. E as primas: comissões.  Sai daquela casa men...

Eu, adotada

Este post não tem foto e nem ilustração. Não tenho. As fotos remetem há um passado distante e não retratam mais a realidade. Já não tem carinho, já não tem amor, já não há contatos. Talvez, também não havia antes, mas a gente ama mesmo quem não nos tem afeto nenhum. A gente acredita em sentimentos refletidos em palavras vãs. A gente crê. Dia 12 de abril foi uma dessas datas comemorativas, institucionalizadas sabe-se lá por qual motivo. Mas existe. Assim como o Dia do Índio, Dia da Árvore, Dia do Beijo, também tem o Dia do Sobrinho. Eu tenho. Tenho dois. Dois deles que se encontram perdidos ao vento da maledicência. E nessa altura do campeonato, sabe-se lá de quem também. Não importa. Não mais. Há cerca de 20 anos, eu ensinava o mais velho a me chamar pelo nome. Não queria parecer velha demais para ser chamada de Tia. Hoje, quando, ocasionalmente, os vejo na rua, fico esperando ouvir a expressão desprezada por vaidade. Mas não. Silêncio. E rostos virados. Hoje, eu que sou despr...

A gente diz até logo, e também o seja bem-vinda

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No conversê: Eu, Ká (com a Anita in box), Cris, Debby e a Ana Dia de amigas é assim: muito carinho! Na ida e na volta... Eu explico. Há pouco mais de 120 dias, a Ká (a outra barriguda da foto) foi fazer o doutorado sanduíche na Europa. E no início de dezembro de 2013, em um almoço gostoso e festivo, nós, as amigas, desejamos os melhores momentos para a moçoila. Ela, corajosamente, foi ao encontro de mais conhecimento e oportunidades. Ela também foi ao encontro de seu amor, o marido, que já estava lá há 30 dias. E no ventre levou a perpetuação de uma relação repleta de sentimentos do bem. Na volta não seria diferente. Agora, com sete meses, nos reunimos de demos as boas vindas para mãe e filha. Sim, é uma menina. Estamos, agora, na torcida para que Ana Luiza chegue bem, muito bem. Isso por que os pais estão prontos e preparados, e as tias - emprestadas - ansiosas por mais uma integrante.

Orgulho pela profissão supera dificuldades

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Imagem: Sindijorce | Jornalistas têm um dia para chamar de seu por Jacqueline Patrocínio Demissões, fechamento de veículos, assassinatos, ameaças, agressões e ofensas. Assim tem sido o noticiário em relação aos profissionais de comunicação ao decorrer dos últimos anos. Mas apesar das dificuldades da área, que ainda viu a obrigatoriedade do diploma no ensino superior cair, há o que ser comemorado nesta segunda-feira, 7, data em que se é lembrado o Dia do Jornalista? A respeito da situação, o Comunique-se publica matéria em que três jornalistas garantem: o orgulho pela carreira supera os problemas. Leia a matéria completa no Comunique-se .