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Resoluções de final de ano



Acordei em 2016 querendo mudar meu comportamento em geral. No entanto, decidi começar logo pela alimentação. Afinal, se tivesse tomado essa decisão antes, um ano atrás, hoje estaria com 120 kg, ao invés dos 130,3 kg atuais. Mas, como diz o dito popular, nunca é tarde para começar. Pois então, comecei. Bem na primeira segunda do ano novo.

Tudo certinho. Pelo menos era o que pensava até ontem (algum dia de janeiro), quando subi numa balança e constatei que tenho 2,5 kg a mais. E pensei de novo: Isso não é justo! Não, não. Não depois de incorporar sucos detox e arroz integral na minha alimentação.

Praticamente como saladas, arroz integral e um tipo de proteína por refeição. Diminuí a quantidade. E, às vezes, não repito. O próximo passo seria cortar doces e também praticar exercícios, pois a meta é simples: 1 kg a menos por mês. Doze a menos ao ano...

Mas, se em duas semanas eu engordei, não sei que diferença faz adotar um novo comportamento alimentar. Se, ao invés de emagrecer, engordei, melhor continuar comendo frituras, doces e ingerindo bebidas alcóolicas de barril.

Enquanto me debato na cozinha preparando comidas diferenciadas, meu irmão faz duas refeições por dia, comendo praticamente o mesmo que eu, mas em quantidades absurdas, e ainda consegue emagrecer 4 kg. Não, não... Até no metabolismo há diferenças gritantes entre homens e mulheres. E injustas.

Ok! Vou parar de reclamar. E rever qual a merda que estou fazendo. Só pode ter algo de errado. Só pode...


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