domingo, 9 de agosto de 2015

Dei um tempo


Ontem (quinta 6/8) dei um tempo. Um tempo nos problemas e no jejum da cerveja. Faz um calor do caralho aqui no Porto dos Casais. E precisa ver meus amigos. Então sai. Sai da privação por cevada e me enchi de lúpulo cremoso. O saldo foi: três canecas de Ipa da Imigração (adoro), três longneck de Budweiser, vários cigarros de menta, um laricão do cacete, e, noutro dia, uma ressaca leve acompanhada de palpitações nervosas. Só pode...

Em contrapartida, dei risada. Muita risada. A Mari e a Jana são ótimas parceiras de copo e de bobagens. O Luiz é um querido e estava desde o verão sem vê-lo. Precisava articular o laço, azeitar. Depois, tive que compartilhar minha big ideia com eles. Aliás, precisei solicitar apoio dos amigos, companhia também. Sei que, ao certo, só uma vai topar a executar meu plano. Mas é uma parceria de peso. Então galera, e Big Brother Brasil 2016, preparem-se, aí vamos eu e a Jana. Rá! (Disse que era uma big ideia.) Claro, se passarmos pela seleção regional que irá ter por aqui...

Parece-me desespero, talvez, tentar algo extremo assim – e pouco a ver comigo. Mas seria divertido. O Luiz arregou de cara. Disse que não vê tevê há seis meses. E sei bem como é isso. Eu também não via... A Mari também não vai, mas se formos selecionada, irá assistir. A Jana só comentou ia sair no primeiro paredão, de tanto que ia bronquear no reality show. Não duvido... Mas foi só eu dizer que precisava ficar pelas festas com ceva liberada, sexo sob o edredon, um carro e R$ 1,5 milhão, que ela pensou em segurar seu temperamento genioso.

Bom, cerveja. Voltamos ao motivo do encontro. Molhar a palavra com o líquido dourado... As gurias não acreditaram que iria beber. Mas bebi. Fumei também. E fui mais feliz por quatro horas.


Jejuei até agora pela saúde. Obesidade mórbida, aliada ao sedentarismo, meia idade, hormônios feminino não iam dar boa coisa. Estava sentindo isso. Eu sou o próprio coquetel molotov... Por isso decidi fazer essa pausa por 12 meses. A princípio beberia apenas em datas comemorativas. Mas seria tentação demais, então resisti por pouco menos que seis meses. No entanto, voltei à minha lucidez. Parei de novo.  Talvez até o natal, o réveillon, o verão... não sei. Mas me sinto melhor assim, quebrando minhas próprias regras e, em seguida, retomando as rédeas do jogo. Firme novamente.

* * * 

Firme de novo somente até o meio da tarde de sábado, quando a Jana, diabolicamente, me ofereceu uma Bud, sob um sol de 40 graus nesse veranico de inverno aqui nos pampas. FDP. 
:P

Um comentário:

Jana (quase toda linda) disse...

rsrrsrs,
bons tempos em que eu não era FDP e tu bebia por prazer, não somente para aceitar educadamente uma BUD....