Pular para o conteúdo principal

Cerveja: parei com ela, só por hoje

Parceiros de viagem à Buenos Aires - Porto Madero


Um ano sem o líquido dourado... É. Pasmem! Agora, na verdade, já serão onze meses. E não, não é mentira, nem promessa. Apenas um momento estratégico, a fim de buscar o equilíbrio na vida. Quero tentar uma mudança de comportamento, praticar exercícios regulares e me alimentar melhor. E não exagerar mais - em muitas coisas e ao mesmo tempo.

Pareceu-me mais fácil e saudável começar pela bebida alcoólica. Cerveja era o que mais consumia. E a vibe da ceva artesanal estava, além de entorpecendo frequentemente, deixando-me desprovida de recursos. A ideia de unir o útil ao agradável veio de uma orientação espiritual. E se é algo que respeito é a minha crença religiosa.

O ideal seria para de beber tudo, mas um passo de cada vez. Não está sendo fácil não beber cerveja, quando se fazia isso cotidianamente. Porém, voltar a beber vinho e acentuar a preferência pela espumante é uma decisão me agrada e supera a de parar com a cevada.

Queria poder parar de comer chocolate e outros doces também. Evitar carnes gordas no churrasco. Evitar o consumo de carne vermelha em excesso, também. O certo seria manter uma alimentação correta e aliar a prática de esportes, mas é uma mudança muita drástica para mim. Eu sei disso. Por isso estou sendo formiguinha...

6. Álcool 
Os radicais livres adoram um traguinho! Se você é a louca da cachaça prepara o botox! =P O excesso de álcool impede absorção de vários nutrientes. Mas calma! O vinho tá fora da lista! A uva tem propriedades antioxidantes. Mas não exagera pois dizem que o pior porre é o de vinho, né? 

A lista negra da beleza por Julia Thetinski http://frescurinha.com.br/2013/05/a-lista-negra-da-beleza.html


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…