Esse é um romance que sempre quis ler. O autor de Rota 66 me impressionou tanto na faculdade que passei a admirá-lo. Mesmo que antes, Caco Barcellos já tivesse que aprisionado com seu trabalho na tevê. Tinha orgulho de termos o mesmo sobrenome, que além de ter origem francesa, é chique demais. Pena é que o Caco tenha ficado abusado e esteja a frente desse programinha ½ boca que é o Profissão Repórter. Depois de ser instigada por " Rota 66 " e querer ler o livro que revela como pensam e agem os criminosos que impõem o terror no Rio de Janeiro, venho desanimando a cada semana quando aquele programa da Globo vai ao ar. O best-seller "Abusado: O Dono Do Morro Dona Marta", da Record, já não me parece tão atraente assim. E ele, aos poucos perde o brilho e, quem, também deixará de ser o consagrado jornalista Ainda bem que tenho outros interesses. Um deles é Para Francisco, da Cristiana Guerra que mantém três blogues muito bacanas [ hoje vou assim e amor e ponto - veja os...
Cruella e Pana Acho que é característica dos salsichas: o olhar cabisbaixo. Não tô acostumada com isso. Um vitimismo, um querer que não tem fim, uma cara de pidão. Meu coração não aguenta! Por 15 dias esses dois levaram tudo de mim. Me fizeram de gata à sapato, facilmente. E não é por que eles pagaram o aluguel deste mês. É porque eles são fofos mesmo. O amarelo é o Pana. Já o conhecia de outros carnavais. Um dog muito querido, que cada vez que ia visitar seus pais tutores ele vinha faceiro pro meu lado. Pet tem disso. Sabe quem os quer bem. Embora meu heart seja dos felinos, eu já tive cachorros e os adorava. A preta velha (ela tem pelos brancos, mas não sei sua idade de fato) é a Cruella. Descobri que seu primeiro nome era Docinho. Muito justo, aliás, ela é muito doce, carinhosa, e adora manifestar seu afeto com várias lambidas. Rapidamente a Crue virou a minha favorita (desculpa aí Pana). Este final de semana é o último de convivência. Seus pais tutores voltam das férias e meu ...
Esse post vai fazer algumas pessoas vibrarem, outras amarem e outras não estarem nem aí. Na verdade, de certeza mesmo, só a minha amiga Jana e o seu namorado Pepe que vão amar a novidade. Então vamos lá... Há alguns dias eu venho me sentindo mais leve. Tenho pensado bem menos e fantasiado quase nada. Estou perdendo o foco naquele em que muitas vezes foi a “razão do meu afeto”. Já não sinto tanta saudade ou quem sabe nenhuma, não há mais fetiche, nem tesão. Não há mais defesas das imperfeições, nem fascínio. Não há tristeza nem alegrias. O olhar já não busca sua imagem em lugar nenhum. Agora se estiver está. Se não tiver tanto faz. Agora a única falta que tenho é de alguém para amar, pois daquele amor de ontem, de antes, já não há. Desamei! A Polly pensa que pus outro no lugar já, mas não. Tava tão preocupada em amar um amor unilateral e ao mesmo tempo me distrair dele, que tudo foi saindo sem sentir e ainda estou sem ninguém para investir. Ainda tenho dúvidas dessa liberdade, mas está ...
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