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26 anos depois

Caio Fernando Abreu que me perdoe, mas eu troquei os seus Morangos Mofados por Cinquenta Tons de Cinza de E. L. James. Sim. Entrei na onda da trilogia do sexo sádico por insistência de leitores ávidos do novo best seller. Estava eu, ali, lendo um conto aqui e outro acolá, quando numa festa, mulheres exaltadas afirmaram que eu teria que ler. Que era uma leitura reveladora.

Pronto. Minha curiosidade foi despertada. Deixei de lado o gaúcho jornalista, cronista, escritor de contos e histórias entroncadas para cair num mundo nem tão surpreendente assim. Não sei em que mundo essa mulherada vive, mas quem nunca usou uma venda, um chicote, ou outra técnica fetichista [e até sádica, mesmo que leve], levante a mão...

Tudo bem que estou nas primeiras 150 páginas e faltam ainda mais 300. Tudo pode acontecer, mas acho que fica difícil de me surpreender. Até filme pornô já fez melhor que a autora. Mas tudo bem. Agora que entrei nessa onda, vou até o final. Que venham os Cinquenta Tons Mais Escuros e, depois do dia 15, os Cinquenta Tons de Liberdade.

E depois o filme. Embora também acredite que seja bem difícil, mesmo que 26 anos depois, o filme da trilogia venha a superar a 9 ½ Semanas de Amor, com a delícia do Mickey Rourke e da Kim Basinger. #ProntoFalei

Comentários

Silvia disse…
Guria, tbm estou resistindo a essa onda 50 tons de cinza... Tô com o primeiro livro há dias e não me animei...acho que sou meio avessa àquilo que super modaaaaaaaa na literatura.

Ah, eu nunca usei máscaras, chicotes e afins. Já vc me lembro bem dos acervos que chocavam os gatos videirenses...uhuhauhauha
rá... pois é. continuo com os utensílios. hahahaha, mas estão em desuso. por enquanto. rararará. por isso que esse livro não tá me surpreendendo. aff. ao menos por enquanto [2].

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