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Ganhou um milhão? Eu te ajudo a gastar.

Costão do Santinho e, segundo a Jujuba, de frente para o Peitão da Diabinha

Faz frio no meu Rio Grande do Sul. Mas muito frio. E eu aqui me amarrando para sair. Ontem consegui desmarcar um happy hour e hoje não tenho como escapar. São bodas de ouro dos sogros do meu irmão e eu vou levar a mami. Então, tenho que encarar...

Costão do Santinho Resort: passei muito mal... [Luxo]
Ainda se o clima estivesse como no final de semana passado, seria uma delícia. Fui premiada duas vezes. Uma por ter sido convidada para passear por Florianópolis. Outra, por ter dado praia. Nunca estive na hora e lugar certo antes na vida, como há uma semana... Aliás, preciso dizer pra vocês: Se alguém do meu círculo de amigos enriquecer, me chama para dar workshop de como gastar bem seu dinheiro. Eu sou the best nessa área.

Vivi um final de semana de rico no Costão do Santinho Resort. Mas o melhor de tudo foi dividir isso com meus queridos amigos do meio-oeste catarinense: Felipe Schuler, que ganhou um prêmio pelo Jornal Folha, Josiane Zago e Fernando Ritzel. Conheci outras pessoas legais que agora atuam na imprensa de Videira e reencontrei outras, como o Alan Santos, o Fabiano Marafon e até o Edi, entregador do jornal Folha. E não dá para deixar de fora um dos ex-empregadores: Wilson Guse.

Barco Estrela
Eles estavam num congresso e eu fui descansar e aproveitar a vida. Encantei-me com a beleza da praia, que não conhecia. Aprendi por que a praia se chama Costão do Santinho. É por causa das inscrições rupestres, que existem nas rochas do Morro das Aranhas há aproximadamente 4 mil anos. Antigamente, pescadores faziam reverência a uma inscrição que parecia um pequeno santo. E não, não vi nenhuma aranha na pequena trilha que fiz. Ainda bem.

O mar gelado não impedia crianças de brincarem a beira mar e de pescadores fazerem o seu trabalho. Assustei-me quando vi um bando de homens correrem para o Estrela, que ficava de prontidão na beirola. Ao sinal de alerta de um olheiro, que ficava no mirante do Morro das Aranhas, e os marinheiros saíram para jogar a rede, em busca de um cardume de tainhas. E eu querendo passear no barquinho...

Valeu cada momento de risos, de degustação e aconchego. Rolou até um convite para voltar à reportagem videirense... Mas, não. O que preciso mesmo é de outras aventuras profissionais. A gente está nessa vida para olhar para frente e peitar desafios. E esse eu já venci. Agora fica no peito, apenas as amizades e a torcida de um reencontro em breve, que nem esse... Bom pra cachorro de madame.

Galera fazendo happy hour antes da grande noite



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