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Aprendi a aprender [e crer]


Sob a proteção divina

“O importante na vida é aprender”. Essa foi constatação de Eduardo Marinho, um andarilho, filho de família abastada, que decidiu sair de casa, sem nada, em busca de um sentido para a vida. E achou! Eu aprendi isso também, mas com as circunstâncias da vida. Mas esses momentos não me impedem de sentir uma tristeza raivosa, uma grande porção de ira e um querer de vingança.
Mas, o sol sempre nasce no dia seguinte e quando acordo, a raiva secou com as lágrimas. É quando percebo que meu aprendizado está em mim. É meu. E se manifesta automaticamente quando me deparo com situações onde a carga energética é muito negativa.
Há alguns dias, eu e minha família estamos sob a vigília do rancor, da amargura e da raiva alheia. Do desamor de uma mulher já sem dignidade, sem orgulho, sem respeito. Porém, nós não somos assim. Nunca fomos. Nossa índole é do bem, nossos gestos têm carinho e amor, e nas intenções, queremos o melhor para quem amamos e nos cerca.
Por isso não damos o troco. Não queremos ficar como ela: seca de sentimentos grandiosos. Por isso, assim como surge os sentimentos e sensações ruins, voltamos àquele que nos fortalece e em quem tudo podemos, para pedir para que sejamos justos em nossos gestos. Caridosos até. E que a justiça divina prevaleça sobre nossas cabeças. Nada mais!

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