sábado, 25 de fevereiro de 2012

Novidades e futilidades

Tenho várias novidades, tri boas, para contar. Mas vou começar pelas fúteis, que gosto mais. Eu, linda, leve [só na alma] e solta agora possuo um lindo par de brincos cor de rosa em resina e metal, além de uma pulseira de strass com acabamento em metal dourado e trançado num cordão fino cor nude. Adoro falar essa cor: nude!

Nessa semana, meu colega voltou de férias. Aliás, na tarde de quarta-feira de cinzas a sala estava florida de todas as espécies. Equipe completa e presente, cheia de energia e bom humor. Gostei! E sim, essa é a novidade principal que tenho para contar [e nada fútil]: Estou empregada! Logo, tenho colegas de trabalho. Pois então, esse colega largou um comentário da sua mesa, que fica em diagonal a porta da assessoria.

- A colega ali da frente é toda nude!

Eu sorri, prevendo que em breve o viria algo debochado.

- É. Ela é nude. A expressão dela é nude, a pele dela também e os cabelos completam o quadro.

Olhei de reslaio para a guria, pois estava de pé no meio da sala, e a via circulando do outro lado do corredor. Sorri novamente, pois o cara tinha razão.

- Tá bege! Completou o guri. [Os estilistas, modistas, designers e etc que me perdoem. Nude é nude. E bege é bege. Mas, na hora, o trocadilho funcionou bem...]

Eu, logo pensei: Vou gostar daqui. E também vou gostar dele. Mas logo desconsiderei meu pensamento, considerando que eu gosto até de cachorro sarnento, imagina de um jornalista debochado. Meu reduto isso. Minha cara, como diria meu amigo Peterson...

E por falar em reduto, estou de volta. De volta ao mercado de trabalho. Comecei dia 15, depois de uma correria para acertar uma conta bancária inativa. Interrompi a temporada na praia para assumir uma vaga no reduto da comunicação empresarial. E estou adorando! Mesmo com um ritmo ainda lento, das férias, já amo meu trabalho.

Não poderia ser diferente. Eu posso ter vivido um ano cabalístico logo após ter saído do jornal, mas, para o mercado de trabalho eu estou desempregada desde julho de 2010. Ou seja, tecnicamente, há 20 meses. Mas agora isso mudou. Tenho horário a cumprir e tarefas para executar, pessoas para conhecer e me relacionar, ações para planejar, ideias para propor, decisões da coordenação para aceitar e assim por diante.

A carga horária é extensa, o trajeto é longo, e, quando chegar o período, o dia será cansativo. Mas não há nada que supere a felicidade de se fazer o que gosta, cotidianamente.

Um comentário:

► JOTA ENE ◄ disse...

Gostei de te ler, narrativa excelente.

Beijo(ta)