Pular para o conteúdo principal

Vivendo e aprendendo a ganhar

















Se eu nascesse



assim pra Lua,



não estaria trabalhando!



Tirando o fato de ser algo instável, passageiro; adoro fazer frilas. Esse perfil de “faz tudo” me atrai. A gente sempre descobre o terceiro lado da moeda e ignorado por todos. Aprende-se uma ou duas coisas a mais. Estressa-se, se cansa - muito -, mas a interação com pessoas diferentes do seu grupo de afins é uma oportunidade enriquecedora para o crescimento pessoal.

Mas é um “job”. E ele acaba. Recebe-se e depois a grana acaba. Tudo passa. E o fato positivo nesse aspecto é: Folga! E bem na sexta-feira...

Durante esse período de trabalho fiquei uma semana sem ver a Jade, sem dormir mais de seis horas - assim, de repente -, passando frio, sentindo dores nos músculos dos braços de tanto digitar. Mais de sete dias sem tempo, sem disposição física e mental para escrever aqui. Minhas costas doíam, meus braços doíam. Precisei fazer alinhamento vertebral para minimizar o mal estar causado pela má postura.

E sim. Eu acho bom. Eu gosto. Sinto prazer nessa vida jornalisticamente efêmera. Com os desafios. Suas alegrias e decepções, como no último trabalho. Não ficou bom. Mas foi um aprendizado positivo. Estou mais preparada, agora, para dar mais um passo. Espero que o mercado entenda os processos evolutivos do ser humano. Espero que entenda dos meus processos...

Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas, aprendendo a jogar [a ganhar]. Mesmo assim, estou feliz. Mais uma semana de atividades intensas se inicia. É. Minha semana começa sábado, amanhã na verdade. E ainda será de oito dias. Vou trabalhar relembrando a infância, quando fazia questão de passear pela Expointer ou na Multifeira [que já não existe mais] com o meu pai.

Era meu presente de aniversário: um dia no parque de exposições de Esteio, com todas as guloseimas que pudesse ingerir numa tarde. Um dia de mormaço e gente colorida e diferente se atropelando pelas vias do local. Os animais em meio aos excrementos. Mas tudo era uma beleza, até mesmo pisar na merda com o sapato novo, enlamear as calças favoritas e afagar um bicho de pêlo duro... Sim, tudo era uma beleza!

E por falar em aniversário, esse tem sido o melhor inferno astral que possa me lembrar. Diria até que tem sido um céu astral. Ufa!








Comentários

Anônimo disse…
Agradecimentos para tomar o tempo para debater este , eu sinto fortemente sobre ele e adoro aprender extra sobre este tema. Se factível, como você ganhar experiência, você se importaria de atualizar seu blog com dados extra? Isto pode ser muito útil para mim.

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Escrita Criativa e Afetiva? Temos!

Sim! Temos novidade Rosa Carvão. E se você é de Porto Alegre, ou região metropolitana, e quer aperfeiçoar a tua comunicação escrita, este post é para ti.

Devido a acontecimentos tristes nos últimos tempos, percebemos que a humanidade anda carente de bons sentimentos. Então, decidimos espalhar amor por meio do que sabemos fazer de melhor: nossas profissões! Por que não distribuir energia positiva nas nossas relações de trabalho e pessoais, por meio das palavras (sem precisar ser um escritor profissional)? E sim. É possível!

Então organizamos o curso Escrita Criativa e Afetiva, que desenvolve a sua habilidade de escrever com afetuosidade, agregando valor à sua comunicação, estabelecendo empatia e, até, gerando engajamento das pessoas no seu projeto de vida ou profissional.

Venha aprimorar seu texto por meio de exercícios que estimulam sua criatividade, dos conhecimentos fundamentais da escrita e da produção. E prepare-se para ser introduzido a uma gama de formatos e possibilidades de l…

Feminino e masculino

A Rosa Carvão é uma empresa feminina. Assumidamente feminina. Somos duas mulheres que uniram qualidades, parceiros, habilidades, profissões, temperamentos, sonhos, personalidades, famílias. E família tem mãe, pai, irmãs, irmãos, tem filha, tem filho. Temos participações masculinas. Amigos. Clientes homens. Lembro-me da mãe discutindo com meu pai sobre a importância de alguns cuidados. O posicionamento machista que orientava o homem lá de casa, “dizia-lhe” que devia zelar por nós: suas duas filhas e esposa. O que era completamente desnecessário. As mulheres são autossuficientes, independentes, fortes e cuidadosas. São fênix! E as do nosso lar ainda eram dominantes. Por lá, o zelo era constante. Recíproco. E o “duelo de titãs” sempre acabava saldo positivo: saúde boa para todos os integrantes da família, para todos os gêneros. Compartilhamos este exemplo porque acreditamos que é preciso discutir a relação, sempre, quando o assunto é bem-estar. Saúde. Sim. Seremos recorrentes no tema. P…