segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sábado de sol entre amigas

Mirela brindando o ano novo comigo




O final de semana começou sob perfeição. O encontro na padaria francesa estava agendado há dias. Diria que desde segunda-feira. Marcamos às 16 horas... Mas, num sábado de sol, o lugar fica intransitável de tanta gente. As mesas externas são as primeiras a serem ocupadas e a não vagarem tão cedo. Já sabia disso, mas havia esquecido de comunicar a Mirela do fato, antes dela começar a xingar os garçons da casa.

Mas a guria é impaciente por natureza. E eu, atrasada por natureza também. Levei uma hora e meia para chegar. No caminho ainda encontrei um colega de faculdade, o Tom Jobim - meu amigo e parceiro na época - e foi aquela loucura... Dez anos de conversa em 15 minutos. Foi pouco, claro, mas serviu para que soubéssemos que continuamos os mesmos. Ele lindo e eu abusada...

O Tom, ao que me parece, não usa mais o chapéu Panamá, motivo que lhe concedeu tão honroso apelido. Mas não tenho certeza. Pouco tempo para saber detalhes da vida do outro. Sei que agora é pai de uma menina de um ano e meio, que mora perto de mim e que continua casado com a psicóloga. Não pude deixar de fazer piada com o fato. Mas desde o inicio sabia que ela [nunca a vi ou conheci] era a pessoa ideal para ele. Uma psicóloga...

Contatos trocados, promessas de possíveis reencontros, despedidas. E fui-me ao encontro tardio com a Mirela. Crente que já não estaria mais lá. Mas a amiga é de fé. E foi bárbaro. Um encontro pra lá de divertido. Falamos, e falamos, e falamos de nós mesmos, o tempo todo. Eu, ao menos, ri de mim. A gente tem dessas coisas. Depois de sofrermos muito com situações controversas, a gente ri. E em conjunto ou dupla, como eu e a Mimi.

Fechamos a padaria e saímos de lá, à brasileira. Por que se fosse à francesa, seria minutos antes dos garçons começarem a levantar as cadeiras. Loucas para continuar o papo, a troca de conselhos, orientações, risos e constatações. Procuramos, a cada esquina, um novo café para nos abrigar. E encontramos. E o fechamos também. Pronto! Hora de ir embora. Foi melhor assim. Terminar a reuniãozinha com gostinho de quero mais.

Melhor que isso, só se meu mundo fantasioso tivesse se concretizado. Mas já estava “bom de ótimo” do jeito que foi. Muito bom de ótimo...

Um comentário:

Silvia Angélica Palma disse...

heheheh..imagino vcs duas conversando..hehehe

E essa taça de vidro made in Videira, na sacada do Xota;;uahuaha