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Chegadas e Partidas

Chorei sem parar no Segundo episódio do programa Chegadas e Partidas. E teria chorado no primeiro, também, se tivesse visto no dia 23, último. O programa é lindo, emocionante, sensível e revela sonhos, expectativas, laços de famílias, de amizade, de amor. Tem como não chorar? Não. Não tem...


Na reprise, que vi assisti a pouco, quatro histórias. Numa, a espera pela quase chegada do companheiro. Uma jovem, ou adolescente, mãe torcia pela liberação do marido chileno que foi deportado. Ele tinha visto de três meses e já estava há dois anos no Brasil. Perdeu o prazo para a Anistia e mesmo assim se arriscou para atender um pedido da mãe, que estava com saudades. Voltou para sua terra. E um mês depois, duas tentativas de chegar para os braços da namorida e do filho de sete meses. Os dois, mais uma vez, foram embora sozinhos do Aeroporto de Guarulhos.


Vi as namoradas se despedindo e declarando, de certo, pela enésima vez o seu amor; Vi uma esposa voltando para o marido depois de uma jornada de cinco meses de trabalho na França e vi, e chorei pela quarta vez, o jovem jogador de futebol indo realizar seu sonho, na Hungria, mas com lágrimas e a dor da separação na hora da partida. Fiquei feliz pela compreensão dos pais, apoio da irmã e da namorada. Feliz por ele estar vivendo o seu sonho, mas também imaginando o preço que ele tava pagando por tudo isso e que ainda pagaria: a saudade e a solidão.


Ai, acho que estou precisando sair e conhecer gente. Essa vida de televisão e internet está me deixando uma boba, chorona e sonhadora.



Comentários

jana disse…
eu vejo esse programa
mas é certo que choro
no dia que a astrid encontrou o filho no aeroporto chorei feito uma vaca, kkkk

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