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Ah, o tempo...


Impressionante como o tempo passa e a gente marca toca [ou eu...]. Estamos em abril e daqui a alguns dias já é a Páscoa e logo estaremos no meio do ano. Ao mesmo tempo, as datas marcantes vão indo, se esvaindo entre outros momentos e quando nos damos conta tudo vira lembrança de fotografia, em cadernos – como se fossem treino de caligrafia.

Há um mês a gente vivia o carnaval e os japoneses vivenciavam a triste realidade dos terremotos [e até tsunami]. Cinco décadas atrás – o que é muito tempo, claro – o homem fazia a primeira viagem ao espaço. Eu também tenho datas marcantes. Uma a completar um ano nos próximos dias e bem triste. Outras, mais felizes. Ao final deste ano completo dez anos do fim dos meus estudos do ensino superior, mas é em 5 de janeiro, a data oficial, o dia da colação de grau.

Também faz quase cinco anos que terminei meu MBA em Comunicação Empresarial. Creio que já está na hora de continuar a investir na profissão, talvez um mestrado. Embora me considere uma pessoa nova, não posso desprezar a efemeridade do tempo e, também, a do corpo. Mas isso ainda é uma ideia a médio prazo.

Ontem fiz um contato profissional com uma pessoa que não falava há, pelo menos, uns cinco anos. Na verdade, desde que fui para a Terra do Nunca. Ao perguntar pela filha dele, que conheci nenê num domingo de sol, ele me disse que está linda e com 13, isso mesmo, 13 anos. Isso me deixou, mais uma vez, chocada, pois o tempo passa. Sim. E não pede permissão para gente para continuar seu ciclo.

É. Não podemos agir com a velocidade da luz, mas também não podemos seguir uma tartaruga. Sei. Isso é para mim mesma. Principalmente. E mais uma vez. O negócio é dormir com um olho fechado e outro aberto...



Comentários

Nanda Assis disse…
ai amiga ja to sofrendo com o tempo tbm sabe. piscar os olhos não tão rapido como o tempo.

bjos...
Guria, eu ando tão apavorada com o tempo que nessa semana minha teacher reparou na minha ansiedade. Aff! Ando correndo atrás do tempo perdido amiga...

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