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Respeite!


Hoje, as crianças e adolescentes ganharam mais um instrumento de proteção: a cartilha contra o bullying nas escolas. Que bom! Na minha época não tinha nome bacana para as maldades infantis, que cada criança é capaz de manifestar contra a outra.

Pus muitos apelidos em colegas. Às vezes para sair na frente deles, mas a maioria eu era a vitima e apenas buscava dar o troco, já bem fragilizada pela humilhação.

Mas quem nasce negro, cresce acima do peso, pertence a classe baixa, aprende a se virar na adolescência e na fase adulta. É a escola da vida que ensina as pessoas desse perfil a se defenderem ou a ser indiferente a ignorâncias e discrepâncias, existentes até hoje.

É por esse motivo que eu vibro a cada vitória do povo. Podem ser medidas paliativas, como o sistema de cotas, a cartilha contra o bullying, políticas públicas assistencialistas. Nem todas as pessoas têm a mesma capacidade de se firmarem sobre as suas fraquezas para buscar a pujança. São muitos que precisam de ajuda nesse Brasil e de todo tipo e poucos para estenderem a mão.

Ainda bem que tive pai, que tenho mãe, irmão, tias, tios bem estruturados e que auxiliaram na minha formação pessoal e profissional. Tem gente que hoje me chama de geniosa, de teimosa, de preguiçosa, de caprichosa, de relaxada, de vaidosa... São tantos “osas” que já perdi a conta. Eu deixo pra lá os julgamentos, por que isso sempre me acompanhou e já nem tô. Do meu passado eu sei, do meu presente eu vivo e do meu futuro, só Deus sabe. Basta!
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CARTILHA - Observatório da Imprensa

Comentários

Gaúcho disse…
Tomara que isso não vire apenas uma tendência e seja implantada dentro das escolas até se tornar uma prática inerente a ela.

Eu sofri desse mesmo problema, era muito bonito e...

kkkk... tô brincando.

Beijos,

Gaúcho.
Pimenta disse…
Yes!isso mesmo!QUanto ás cotas, nem comenta, depois da igualdade de raças que foi estabelecida no Brasil, estou com medo que venham a ser extintas(te juro que na época achei que era racista, que a própria lei estava mostrando a exclusão, mas quer saber, funcionou ao que se propunha, coisa dificil no brasil...)
Quanto ao bulling, meus filhos aprenderam um monte,pois enquanto o racismo brazuca é entre cores de gente, aqui na china é sobre nacionalidades.
É, segura o queixo.Se você não é australiano, ou inglês, você já parte de menos.Os phillipinos, são os trabalhadores domésticos, tem empregada com pós aqui, trabalhando em casa de expat, porque no país deles não dá mais.
Os indianos, desprezados para caramba(não peguei ainda o porquê)se juntam e se protegem,e acho que são maioria, pelo que percebo.Os chineses, são desprex=zados pela maioria dos expats que vem morar no país deles!Acredite.Poucos são os que vão comer onde os chineses comem usar o que eles usam e fazer como eles fazem(e acredite, apesar de diferente, a comida deles é uma ,senão a mais saudável do mundo)
Imagina então o que as criaças passam...Tiveram seu tempo de alvo, mas eles foram começar a ver o quanto aquele que se acha superior é na realidade uma pessoa infeliz que precisa espalhar a infelicidade, para se sentir normal, e com essa visão, o bully desistiu deles. (escrevi uma carta, que coisa, desculpa!)
menina fê disse…
acho lastimável... sempre tem uns capetinhas na turma. infelizmente os traumas são hosrríveis. penso tbm que se os pais não acompanharem seu filhos de perto, tudo estará sempre "a deus dará".

bjs meus.


adorei o post.
Gaúcho, ri muito de ti a pouco... Será que isso tb é bullying? Hehehehe. Beijo querido.

Pimenta, era uma ignorante sobre discriminação internacional... Valeu teu super comentário. Agora é lutar para que isso não se perpetue... P.S.: Nem quero saber o que eles pensam da gente por aí. Beijo no teu coração guria.

menina Fê, obrigada guria! Às vezes eu falo coisas sérias aqui no Cor de Rosa. Mas só às vezes... Hehehehe. Bj
Afrodite disse…
Achei ótimo o post!
Pena mesmo que na minha época não houvesse esse tipo de cuidado!
Tô seguindo vc!
Beijo!

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