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Amor com amor se paga




Quando a gente ama, tudo fica melhor. Ou algo parecido era o que cantava Renato Russo. Não lembro. Também não sei descrever o que sinto, mas sei que ainda vivo um período de luto. Por meu pai e pelos amores que deixei.

O primeiro amor não passa. Não ameniza e ainda me sensibiliza ao extremo nesses dias cujo tema são eles: os pais. Eu tenho um, mas não estou mais com ele. E esse lance de que ele está ao meu lado, sempre, não me satisfaz. Já não posso mais ouvir sua voz, sentir seu abraço, receber o seu beijo ou só brigar por estar de saco cheio ou ter sido contrariada.

A saudade e a distância nesses casos são ingredientes terríveis ao meu pobre coração. Às vezes esse músculo aperta ao lembrar dos momentos agradáveis ao lado dos meus amores da Terra do Nunca. E ele aperta. Mais uma vez resisto a tentação de contatá-los. Imagino que ao passar o período de luto a dor acaba. Daí, acredito, poderei rever e ouvir os amigos sem lacrimejar.

No final, a esperança que nunca me abandona reforça a ideia – talvez ingênua ou piegas – de que amor com amor se paga. Sempre...
[post programado]

Comentários

Nanda Assis disse…
qnta doçuraaa.


bjossss...
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