Pular para o conteúdo principal

"Se pedir com carinho..."


Fui ver Robin Hood no último dia em que esteve em cartaz aqui em Videira. O horário era ingrato para um filme com 148 minutos. Por sorte não estava frio às 23h45, quando sai do cinema na última quinta feira. Sorte também eu ter ido conferir a refilmagem de um clássico da literatura européia. Lindo filme. E sim. Chorei ao final...

Russel Crowe esteve maravilhoso como Robin Longstride, assim como sua parceira Cate Blanchett no papel de Marion Loxley. Personagens fortes, íntegros, sensíveis. Verdadeiros guerreiros. Ótima pedida para o DVD posteriormente, com certeza, pois tem sacadas ótimas ao longo da trama, o que garante um riso inteligente. Adoro isso!

Não sei se dá para dizer que houve final feliz. Para mim não. Ser banido pelo rei, numa vã tentativa de que vire a escória social, não é um o que se chama de “happy end” mesmo. Mas a história é tão linda e os personagens estavam aonde deviam estar: juntos! Pronto.
.

Comentários

Ótimo saber que tú pensa com eu. Bom, isso eu já sabia pela maneira que tú escreve, com doses de romantismo sonhador, poético... sensível! Muito bom! Abraço!

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Atrás da folhinha verde?

Eu já cansei desse papo de superação feminina, até no sexo. A gente tem que saber plantar bananeira, beijar a brasileira, a japonês e agora até beijo grego. Tem doido que gosta de mal tempo inclusive na cama e pede para a parceira a chuva dourada ou a chuva negra. Ai, eu gosto de uma "pimentinha", como diz o Enfil, mas essa loucura eu estou passando.

"Eu quero a sorte de um amor [sexo] tranquilo, com sabor de fruta mordida". Pronto. Nem mais, nem menos. Sou a favor de um comportamento ecologicamente correto, mas não estou na pilha de aprender a fazer a folhinha verde. Não, não!

Agora, se quiser saber mais sobre minha indignação a respeito da liberdade sexual, vá no Sexo Verbal e leia meu texto sobre o assunto. Ah! E não esqueça de opinar. Eu gosto tanto de lero, lero... Principalmente sobre sexo.