sábado, 12 de junho de 2010

Em busca da batida perfeita


Pronto. Acabei de excluir meu perfil no Movimento dos Sem Namorados do site de relacionamento do Par Perfeito. Faz mais de um ano que preenchi um perfil lá, bem meigo, mas até pela internet tenho vocação para traia. Dois anos no tal de site e o máximo que consegui foi um convite para sexo com um cara de Caçador, casado, e outro de Florianópolis. Também casado, claro. Não dá né?!

Não sou moralista e muito menos considero esse lance de destruidora de lares. Mas, pra me incomodar, bastam os cacos [trastes é muito pesado] me cercam atualmente [o local não faz diferença]. Mesmo assim, não preciso de nenhum de fora para contribuir na minha lista de possibilidades. Mas fiquem gel. Estou limpa! É. Que nem esse lance de alcoólatra e viciados em drogas: “só por mais um dia eu não ‘pequei’”. Estou abstêmia deles há um bom tempo. Meu lance é só na amizade.

O que quero e há tempos é um namorado. Alguém pra chamar de meu mesmo, mas continuo avulsa. Mais um ano sem comemorar a data. Aproveitei essa fase de excluir perfis de redes sociais e sai do Par Perfeito também. E tinha que ser hoje, como um rito de passagem sem desespero [só um pouquinho].

Pensei que o dia seria deprimido, de tristeza amorosa, lembranças vagas e distantes, ilusões, mas não. Foi delicioso. Passei horas com a ex novata, a Maria Izabel, e a ex veterana, Jujuba [Jô para os menos íntimos]. Bom, a Gringa da Rondinha deu o ar da sua graça apenas durante o almoço, momento em que registramos essa foto aí de baixo, mas foi bem divertido também.

Fazia tempo que não jogava conversa fora, sem compromisso e de maneira livre. Sem críticas, falsos moralismos, rótulos e coisa e tal. Somos todos adultos e cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Cada um sabe o que é bom e ruim para si e tem o livre arbítrio. Juízo tem de sobra, não precisamos que vizinhos, amigos, parentes ou desconhecidos nos emprestem os seus. Como se quiséssemos também.

O ideal de amor ou cada forma de amor vale a pena aos olhos de quem ama. Não serei eu a atirar a primeira pedra. Nunca! Só torço para que cada um tenha o seu, correspondido, com respeito e lealdade. Basta-me! [Sem susto gente, tudo comigo é muita teoria. Nada tanto assim na prática. Juro!]
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Não se embuxa de ninguém

Fica do lado do bem

Atitude, Amor e Respeito também

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Eu vou no samba, pra lá que eu vou

À procura da batida perfeita

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O bicho tá pegando

A chapa esquenta

O tempo passa mas a evolução é lenta.

Mas não tenho pressa

A velocidade é essa

Não há nada nesse mundo Compadre que me estressa

3 comentários:

Paula Betzold disse...

Querida, partilho da mesma posiçao que vc, estar avulsa! Enche o saco, né?! vai aparecer pra gente!!! beijos

jana disse...

kkkk
volte para poa e as coisas irão mudar de vento em popa
aqui também existe os cafagestes mas as opções de homens que valem a pena são infinitas
sem contar que em poa vc vai emagrecer us 20 kg sem o bolo fofo em cima, kkkkkk

Cor de Rosa e Carvão disse...

Paula, teu nome me lembra o romance O Grande Gatsby. E sim, sempre existe um sapato velho para um pé torto. Certo!

Jana, queridona, é cafaJestes. Sua anal!!! Hehehe. E desencana, pq o BF nao tá nem em cima, nem do lado ou embaixo. Free, eu sou Free demais.