Pular para o conteúdo principal

As cinco pessoas que você encontra no céu


Eu escolho livros e filmes pela capa e o título. “As cincos pessoas que você encontra no céu” me conquistou assim. Pelo título e nas primeiras dez páginas. Quis imediatamente levar o livro para casa para terminar de ler naquela noite. Mas as funcionárias do Café Moinhos não sabiam se podiam emprestar. Voltei mais três vezes ao local e da última vez trouxe para casa o livro de Mitch Albom.

Sua história prende. Mas, talvez, não tenha sido o melhor momento para lê-lo. As lágrimas margeiam meus olhos a cada página virada. Desde o início a curiosidade me faz cogitar quem são as cinco pessoas [seu perfil] que podemos encontrar no céu. Reflexiva sobre a vida e a morte, sobre esse rito de passagem, outras ideias me vêem a mente... Pronto. Mais um pouco de lágrimas.

Recomecei a leitura hoje. Do início novamente. Faltavam 30 minutos para o jogo do Brasil contra a seleção chilena e mesmo assim, sabendo que iria interromper o ato em pouco tempo, abri o livro no capítulo um. Até o momento [36 páginas das 186 que o livro tem] mantenho aquela sensação de terminar logo. Hoje ainda. Ainda mais que ele, Eddie, chegou ao céu e já encontrou a primeira pessoa.

Bora agora, antes da novela das seis [adoro!] ler mais um pouco, enquanto o técnico do Brasil, o Zangado, dá sua entrevista coletiva.

Sinopse

Com o mesmo estilo sensível e profundo que consagrou o autor, esta fábula nos fazer refletir sobre o verdadeiro significado de nossa existência. "As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu" conta a história de Eddie, o mecânico de um parque de diversões que morre no dia de seu aniversário de 83 anos, tentando salvar uma garotinha.

Autor:
Albom, Mitch
Editora: Sextante
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

Comentários

jana disse…
olha que coincidência
minha colega esta lendo um desses livros de auto ajuda para casais e em um dos capítulos é citado esse livro.
um dia estava de bobeira, peguei o livro para dar uma olhada e anotei o nome desse livro para procura na saraiva qdo eu estivesse um tempo
eu tô gostando. livro simples, mas bacaninha. tô até economizando as páginas. hehehe. comecei na segunda e poderia ter terminado ontem, mas sabe cumé... bjo. [eu pedi emprestado no café da esquina]

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe