Pular para o conteúdo principal

Diário dietético: Marco [peso] Inicial


Tirando os cabelos crespos e as celulites do cartoon, eu estou igual. E não. Não me orgulho disso. Mas também não é motivo para me jogar da ponte ou me esconder dentro de casa. Ainda tenho absoluta certeza do meu charme, feminilidade e poder de sedução. Porém, confesso. Estou muuuiiiiitttttoooo gorda, de novo.

Alguns meses depois de chegar em Videira, eu já tinha emagrecido 27 quilos no total. Estava linda! Gostosa e relativamente “magra”. Comprei novas roupas e ganhei um sunquíni verde bandeira. Lindo, que exibi no verão de 2007 quando sai de férias do Jornal A Coluna. Parece até que foi ontem...

Minha expectativa agora é que, com a mudança, eu volte a emagrecer. Claro que vou voltar para casa, onde a mãe faz todas as minhas vontades. Mas o povo lá está num lance de controle da alimentação agora. Até meu irmão, que tem 20 centímetros e dez quilos a mais que eu - mesmo com aquele barrigão - está emagrecendo. Então, tenho chances de sair do marco inicial de quando cheguei aqui. Preciso!

Hoje, quando cheguei em casa senti cheiro de frango frito. Não sentia esse cheiro há mais de quatro anos. Quando se come frango a passarinha em boteco, o negócio já vem pronto e sem aroma. A saudade foi tanta que cada vez que aspirava o ar na rua, a Ana que há em mim se revirava toda. Mentalmente anotei essa iguaria para que mamãe faça quando chegar em casa...

Daí lembrei que, de novo, as roupas não estão caindo bem sobre minhas formas arredondadas. Elas estão maiores do que queria e gosto. Admito. Depois de algumas semanas, hoje subi na balança da farmácia da esquina, aonde ia sempre. Choquei! Estava de novo com o marco inicial. Logo pensei numa medida compensatória: natação ou hidroginástica no clube da esquina lá em Porto Alegre. Senão, não consigo recuperar o jeito para fazer charminho. Não, não!

Comentários

Anônimo disse…
Hihihihihi...menina, onde vc encontrou essa caricatura? Chorei de rir....e fiquei imaginando a tua cara em cima desse corpitcho do desenho. E as peitcholas? Uhauhauhauhauhaua....

Rou.
Não sei porque acho que pareço com esa caricatura tbem.....sou a garota bola.....hehehe
Paula Betzold disse…
Oi lindinha!!! Emagrecer é uma batalha da maioria de nós... só eu sei o que estou passando... eu vou indo bem... ai tem semanas que alopro... semana passada tava ruinzinha e nao malhei... essa semana é vespera da minha cirurgia, vou passar uns 40 dias sem comer nada de bom... to abusando direto... é chocolate, bolo, muita coca cola... ai a culpa vem juntinho...
Mas tem os 40 dias... mas ate operar ainda pretendo colocar a cara pra fora... é... esse é o dilema de qm quer emagrecer...
beijos... boa sorte! estamos juntas na batalha!!!
Rou, vai rindo da desgraça alheia, vai... O inverno taí. Quero ver teus barbiturius fazer efeito com tanta caloria que tu vai meter pra dentro. Hehehhe. E sim, os peitchos são assustadores. E a caricatura é do amigo Google Image, que sempre nos ajuda com algo semelhante a nós. hehehe.

Angélica, isso é o fim da várzea!!! Um mês de frio e sem se pesar e pronto: quatro quilos a mais... Nem quero imaginar qdo chegar ao fim do inverno.

Paulitcha, o problema é que eu como sem culpa... Depois me peso e constato a realidade, ainda sem culpa. Mas agora não dá mais para evitar. Vou ter que dar um jeito. Tah demais. Meu mal são os doces e o chocolate, claro... O fim amiga, o fim da picada café. Beijocas e boa sorte aí nessa batalha. Malha daí que eu malho daqui. Hehehe. Pelo menos mentalmente.
jana disse…
vai vendo que dona odete vai fazer tuas vontades.
hoje encontrei com ela na volta para casa e ela disse que esse ano vai enfeitar a casa para santo antonio e rezar em dobro para ver se vc arruma marido....
ela disse que a casa ta pequena, kkkk

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe