Pular para o conteúdo principal

Eu amo Porto Alegre!



Porto-alegrense de fé vai no Baile da Redenção desde que a atividade foi implantada. Quem diria que um dia, centenas de pessoas passariam à noite no Parque Farroupilha, se divertindo, e em segurança. Só pela cidade histórica que é Porto Alegre. Afinal, o baile é pra ela, pra marcar cada ano, cada avanço, progresso, melhoria, benfeitoria que a infra-estrutura e a cultura do município ganha.

Ontem, minha cidade do peito completou 238 anos de existência. Mas, como sempre, ao longo dessa última semana, a população da cidade deve ter usufruído de várias delícias culturais e esportivas em homenagem a todos que a têm no coração. Hoje à noite, quem foi até o parque assistiu ao Benito Di Paula, mas já teve Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Milton Nascimento e tantos outros artistas de renome, saudando a capital dos gaúchos.

Porto Alegre assusta e encanta. Quem não conhece, de cara fica receoso. O gaúcho não é bicho fácil, o portenho muito menos, mas, mesmo assim tudo e todos encantam. Dá paixão na hora. Tesão e pra curar, só depois de casar. Eu, tenho o mal no sangue já. Nasci lá e com muito orgulho. Parabéns Porto Alegre!



Um pouco de história
Em 26 de março de 1772 nascia Porto Alegre. A capital do Rio Grande do Sul ganhou inicialmente o nome de Porto de São Francisco dos Casais, abreviado em 1810 para o nome que hoje é conhecida. O processo de criação da cidade contou com a participação de estrangeiros como portugueses, africanos, italianos e alemães, entre outros.
Quando aqui chegaram, logo se apoderaram de terras indígenas. Como colonizadores, trouxeram crenças, lendas, hábitos e costumes para formar um grande mosaico que resultou Porto Alegre - uma cidade que mistura mais de 20 etnias.
Beneficiários do sistema de sesmarias, os primeiros imigrantes ergueram residências próximo ao rio Guaíba por volta de 1732. Vinte anos depois, chegaram 60 casais portugueses vindo da Ilha de Açores.
Apesar da intenção inicial de subir a serra, acabaram permanecendo perto do rio onde montaram cabanas cobertas de palha. Desde então o povoado passou a se chamar Porto de São Francisco dos Casais.
Em 1772, ganha o nome de Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre, abreviado para Porto Alegre em 1810, quando é emancipada para vila.
O título de cidade viria dez anos depois, em 1822.
Dados Gerais
Localização:
à margem esquerda do rio Guaíba
Área: 496 Km2
Habitante: porto-alegrense
População residente: 1.360.590 habitantes (censo 2000)
Clima: subtropical úmido
Economia: serviços, comércio, agricultura e indústria
Saúde: 24 hospitais
Educação: 508 escolas de ensino pré-escolar, 2.391 escolas de ensino fundamental e 120 escolas de ensino médio
Alguns Números
No relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), Porto Alegre consta com o melhor índice de desenvolvimento humano (IDH) entre as cidades brasileiras com mais de 500 mil habitantes.
É a quinta cidade do Brasil mais visitada por turistas estrangeiros e também capital do Mercosul, considerada o centro geográfico das principais rotas do Cone Sul, eqüidistante tanto de Buenos Aires e de Montevidéu, como São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com os dados do Censo Demográfico 2000, Porto Alegre tem mais mulheres (724.770) que homens (635.820).
Dos 1.360.590 habitantes, 1.320.739 moram em áreas urbanas e 39.851 em áreas rurais.
No quesito escolarização, dos 1.154.262 que compõem a população residente com 10 anos ou mais de idade, 96,7% são alfabetizados, correspondendo a 1.116.077 pessoas.
No quesito abastecimento de água e esgotamento sanitário, Porto Alegre tem 98% dos domicílios ligados à rede geral e apenas 0,6% com poços ou nascentes. Do total de 440.557 domicílios, 98,9% tem banheiro ou sanitário, contra 1% que não dispõem.
Quanto ao lixo, 99,3% dos domicílios realizam a coleta, e apenas 0,6% dão outro destino aos dejetos que produzem.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe