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Encontros e Desencontros


O bom de estar de férias em casa é a oportunidade de ver muitos amigos da antiga. Já perdi as contas do tempo em que não vejo muitas delas e que, desta vez, isso será diferente. Como a Fefa e a Clá. Duas amigas que fiz quando tive meu primeiro emprego como bacharel em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo.

A companhia dessas duas gurias será desfrutada prazerosamente num almoço [mais um de vários] no El Fuego [acho que é isso, pois desisti da faculdade de Espanhol], restaurante do Shopping Moinhos. Muitas novidades, dúvidas, atualizações, mercado de trabalho e sentimentos e coisa e tal devem ser o mote da conversa. E sim, apenas duas horas durante o almoço é muito pouco pra nós. Mas antes isso do que nada.

Logo que fui morar em Videira, quando tinha tempo ou vinha para a pós, usufruía da divertida presença da Clarissa ao sambalanço do Bongô. Foi ela que me apresentou o Clericó – bebida mista de vinho cabernet sauvignon, suco de laranja, frutas e espumante. Foram diversas noites de puro swing, beberagem e confraternização. Mas logo os interesses foram se interpondo entre nós e nada mais natural do que cada uma priorizar nossas metas, mas, desta vez, está marcado o encontro.

No último domingo foi a vez do quarteto fantástico. Talvez seja mais apropriado nominarmos como Bárbara, Eu, Karen e Karine falamos, falamos e falamos, ao mesmo tempo em que comemos e comemos e comemos, por horas seguidas. O dia foi finalizado com vinho frisante, que eu adoro - branco e rosado - e mais conversê, mas desta vez na casa da Karine. O tempo passou tão rápido que precisaríamos de uma segunda vez para atualizar tanto assunto. Mas não dá. Tem que ser um ou um grupo por vez.

Lástima foi não ter tido tempo ou me organizado o suficiente para rever o Mairã [tá, nesse eu dei o bolo, eu sei...], o Césinha [que sempre me deu força quando os velhos iam passar uma temporada no Mãe de Deus], a Erenice e a Jacque. C’est la vie!

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