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Por aí

Seremos sempre assim, sempre que precisar

Seremos sempre quem teve coragem

De errar pelo caminho e de encontrar saída

No céu do labirinto que é pensar a vida

E que sempre vai passar por aí





Quem nunca sentou em torno de uma mesa e sonhou em salvar o Mundo, a humanidade, a natureza? É... Nei Lisboa tinha razão ao compor essa canção, tão bem entoada pela Marisa Rotenberg. Outra criatura que está “por aí” há anos, a procurar a saída [já encontrada e consagrada como uma das novas vozes da MPB].

Eu era e sou uma dessas pessoas que usam cabalas, balelas, crenças, nem sempre na coragem, porém errando no caminho em busca de saída. Hoje, inclusive, comentei isso com duas gurias no centro, entre temperos e verduras. O assunto breve girou em torno disso. Que a gente está sempre em outro lugar a experimentar o tempo e as coisas, mas tem hora que cansa. Cai na mesmice. E quando isso acontece é porque está na hora de inovar, de ousar, de procurar saída.

Boa Hora



Depois do sucesso de seu primeiro disco, o premiado Na Batida, produzido por Antonio Villeroy, com músicas inéditas de Lenine, Dudu Falcão e Pedro Luís, chega "em boa hora", o novo e esperado trabalho da portoalegrense Marisa Rotenberg. Patrocinado pela Petrobras, Boa Hora foi lançado no final de 2008 no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, pelo selo Pic Music, de Antonio Villeroy.

Boa Hora é um disco de música brasileira contemporânea e traz em sua essência uma sonoridade acústica, fazendo uso de pitadas eletrônicas em algumas faixas. O álbum reúne inéditas de compositores da nova geração dos quatro cantos do Brasil.

Dos gaúchos, Marisa interpreta a doce valsa Ponto e Pronto, de Luciana Pestano em parceria com o produtor carioca Eugenio Dale, e Maria, um surpreendente e delicado fado do estreante Tiago Rosa. Dos cariocas vem a faixa título, Boa Hora, um samba de roda de Alvinho e Domenico Lancelotti, recém gravado pelo Fino Coletivo, do qual Alvinho é integrante; Morrer de Bem, um samba-jazz de Rodrigo Campello e Suely Mesquita, tem a participação de Rodrigo no cavaquinho e nos violões de 6 e 7 cordas.

Fonte: Marisa Rotenberg

Comentários

Nanda Assis disse…
n conhecia, gostei da materia.

bjosss...
Rosana disse…
Nêga também é informação e cultura!!!!
Pois eu também já conhecia, inclusive minhas playlists do Uou Tube estão cheinhas.
Sobre essa de mudar o mundo, quem não pensa nisso de vez em quando? Meu Deus, eu queria muito que Tu me desses não só as palavras, mas o poder. Ai!
No fim das contas, é melhor e mais prático tentar mudar a nós mesmos, pelo menos para começar, né?
Adoro o teu blogue. E, ó, quando eu for aí em Videira, teremos muito o que conversar, hein...
Beijão do Hakime.
Ps.: Quem é mesmo o menino que tu tinhas me dito uma vez que tem o mesmo nome que eu?
jana disse…
kkkk
teu cabelo não merece um corte e uma tintuta
vc merece outro cabelo
kkkkkkkkkkkkkk
Nanda, a Marisa dos pampas gaúchos tem uma voz linda. Temos músicos maravilhosas no RS. Exemplo disso é a Elis Regina [embora tenha restrições] e a Adriana Calcanhoto... Mas o melhor está no anonimato da indústria gramofônica.

Rou, o rio grande é grande guria e não é só chamamé não. hehehe. E o Cor de Rosa e Carvão é um pouco de tudo e quase nada...

Hakime, eu tenho a impressão que tu e o bebê da médica do Shazan tem o mesmo 'nome. Uma vez ela me disse o significado, mas esqueci. Esses nomes árabes já são enrolados demais para gravar, quem dírá saber o significado de cor...kkk.

Jana CABELUDA Invejosa: meu cabelo é lindo naturalmente, quimicamente ou escabeladamente. Já não posso dizer o mesmo dessa vassoura que tu tem na cabeça. Hehehehe. Vai passar uma tesoura nisso guria.

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