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Coluna Cor de Rosa


Foto ilustrativa
Os buracos do caminho

Não é de hoje que ouvimos os condutores reclamarem das condições das rodovias estaduais que circundam nossa cidade. E o motivo é sempre o mesmo: os buracos que encontram pelo caminho. As vias estaduais, que dão acesso a cidade e municípios vizinhos, comportam grande circulação de veículos de passeio e principalmente os pesados, que levam a produção de uma local a outro. Mas seja qual for o motivo pelo qual se deslocam, os buracos são os grandes empecilhos a integridade física das pessoas e o aumento na preocupação de quem tem como obrigação o zelo do bem material, ou a conservação do seu patrimônio.
Mas o mais preocupante é com a possibilidade de ocorrer algum acidente e isso é bem possível de acontecer. Na última semana, o jovem Andrei Grassi passou por uma situação de risco, onde, felizmente, a única avaria foi no automóvel que conduzia. Porém, passado o susto de que algo pior pudesse ter acontecido, ele ficou com o ônus do conserto de um pneu furando e danos na lataria, que ficaram em torno de R$ 600,00. Ele circulava pela SC-303, na noite de 21, quando passou por um buraco na rodovia
Ele encaminhou um e-mail ao Deinfra relatando o fato e pedindo providências para a recuperação das rodovias estaduais da região, que na sua opinião está tomada de buracos. “Nas rodovias de Videira existem buracos fundos que ocasionam grandes riscos de acidentes. Já foi solicitada a recuperação do pavimento à SDR, mas alegaram que com o clima chuvoso não poderia executar nada”, diz um trecho do e-mail, onde ele ainda ressalta que mesmo que o tempo esteja seco há algum tempo, nenhuma operação tapa-buraco é realizada. “Estão esperando chover para dizer que não poderão ser fechados?”, coloca ele indignado com a situação. “Ontem à noite cai em um buraco e como conseqüência estorou o pneu e bati meu carro”.
A resposta que recebeu do Deinfra é fácil de adivinhar, mas vou relatar para vocês. O órgão “agradeceu” pela colaboração, pois acredita que é importante para que possam melhorar os serviços prestados. Fico imaginando que tipo de serviços prestados pode ser melhorado nas rodovias da região se os buracos estão sempre lá? Mas a mensagem ainda continua. “Dada a quantidade de chuva que castiga nosso Estado há dias, o senhor há de convir que não há pavimento asfáltico que resista, por melhor que tenha sido feito. Realmente a situação nessa rodovia, como em muitas outras por todo o território barriga-verde, merece urgente intervenção de nossa parte, e assim o estamos fazendo conforme nossos recursos e o tempo permite. Esta rodovia sofrerá manutenção nos próximos dias. Enquanto isso procure dirigir de forma prudente e defensiva sabedor da situação em que se encontram as estradas”.
Obviamente é necessário que todos os motoristas e motociclistas que são conhecedores das condições físicas das rodovias da região devem ficar atentos. Acredito até que eles já se habituaram a dirigir de forma defensiva, nelas. Mas e os que vêm de fora, que passam pela primeira vez por esses trechos e são surpreendidos com a conservação precária das vias? O que devem fazer? Provavelmente eles devem já terem adotado um comportamento defensivo, mas o condutor precisa de melhores estradas para circular. Afinal, não se pode esquecer que a segurança no trânsito também depende de estradas em boas condições. E se à noite todos os gatos são pardos, imaginem os buracos então...

Pessoas e Cotidiano

Preguiça Intelectual

O diretor do Centro de Pesquisas do Sono da Universidade de Loughborough, Jim Horne, afirmou à revista científica New Scientist que o "mito" de que a sociedade atual sofre de deficiência do sono é uma atitude intelectualmente preguiçosa. Além disso, contribui para a ansiedade das pessoas que acreditam ser preciso passar mais horas na cama. Horne diz que, ao longo dos últimos 40 anos, vários estudos mostraram que a maioria dos adultos saudáveis dorme entre sete e sete horas e meia por noite, um tempo, segundo ele, "perfeitamente adequado".

Responsabilidade no trânsito
“Quando os pais pensam em dar o volante de um carro ao filho, tem que pensar também em responsabilizar o filho sobre o instrumento fantástico que terá nas mãos, mas que se usado inadequadamente se transforma numa arma mortífera. No Brasil, infelizmente a gente não tem essa consciência. Um acidente de trânsito pode trazer conseqüências terríveis não só para a vítima, como principalmente ao causador do acidente”, comentou comigo o juiz Luiz Henrique.

Alunos especiais
A Escola Especial Tia Ana, de Videira, promoveu durante a semana uma noite especial. Foi a 11ª edição da Arte Especial, que contou com a participação das Apaes de Arroio Trinta e Salto Veloso. As duas unidades foram convidadas a participar do evento, que aconteceu na última quarta-feira (22), onde os alunos puderam expressar seus sentimentos e emoções por meio de dramatizações, dança e comédia.

Responsabilidade Social
A CNN, a Videfrigo e a Eletrovan investiram tempo, peças e mão-de-obra na recuperação de uma viatura da Polícia Civil. Esse é o tipo de atitude que chamo de responsabilidade social e merece os parabéns da sociedade, que será a maior beneficiada no resultado final.

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