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Rumo aos 34 anos - Devaneios 1


Hoje eu percebi que gosto desse número. 34. Um número bonito, logo, uma idade bonita. Dessa vez não tenhos espectativas. Não tenho resoluções de aniversário. Não fiz lista de presentes e nem de convidados. Aliás, não dar festa, vou receber uma festa. Aí está a primeira mudança.

E daqui a uma semana, a segunda mudança: 34 anos. Cabalístico talvez. 3 + 4 = 7. Sete é o dia do meu aniversário. Hummm... Interessante... Ou não. Simplesmente nada.

Uma olhadinha na internet e descobri que no dia 1 de setembro de 1974 - seis dias antes de eu nascer, uma nação estava sendo politicamente entregue a outra, sob um comando militar, antes de acordo de paz, digamos assim, que seria firmado no dia 7 de setembro. O acordo de Lusaca estava sendo firmado, na África, para houvesse um processo de descolonização portuguesa. Mas, parece que uma semana antes, a região de Nangade foi cedida a um comando militar.

Algo complexo demais para ser estudado pela internet e simplificado para ser posto num post, apenas para dizer que do outro lado do mundo ou do oceando, enquanto minha mãe se preparava para parir em uma semana, tratados eram feitos ou golpes preparados. E tudo isso há bem pouco tempo atrás... Há apenas 34 anos! Pouco mais de três décadas... Pouco tempo para a evolução social, da humanidade, tecnológica, econômica, científica; mas muito tempo para uma vida apenas. Por outro lado, no reverso da medalha, pouco menos da metade de uma vida, segundo a média de vida do brasileiro, se passou.

Que louco isso tudo... Que louca é a vida... Mas que bom é fazer aniversário!

Comentários

Nanda Assis disse…
amiga, que felicidade, vc já vai sair das fraldas!!! que bom, deixo pra te parabenizar melhor na data, mas foi legal sua pesquisa.
bjossss...
Elton555 disse…
Trinta e quatro anos é mesmo um número interessante. Já que fica esquecido entre o 33 (a famosa idade de Cristo) e o 35 (mais redondinho e fácil de lembrar). Mas o que mais curti nessa tua reflexão foi a questão de colocar cada coisa em seu lugar e tirar a fuça do próprio umbigo.

Beijo

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