Pular para o conteúdo principal

Tô indo...

Vou fazer como o meu amigo Iaran, falar de tudo num mesmo post. De tudo que me vai na alma e no coração. Começarei pelo churras de sexta, que eu mesma fiz para mim mesma, sem pressa, com vontade. Queria mais era relaxar. Ficar à vontade comigo mesma. E foi tudo uma dilícia. Estou melhorando nessa arte. Fiz a carne no ponto, bem como gosto: mal passada. Tomei minha caipa de 1/2 limão, porque pensei que havia em casa, então não pedi para o bodegueiro, mas deu boa mesmo assim. Tinha pão de alho e lingüicinha. Não a sulina, que era a que queria, mas tinha. Isso que dá fazer compras pelo telefone... He He He.
Mesmo cansada, pois a semana havia me fatigado a mente, a sexta-feira - o corpo -, e depois de chegar tarde da noite, pois havia chego às 21h10 em casa, fiz o assado com prazer. Ouvi música, que é algo que gosto muito, e trabalhei junto a churrasqueira lentamente. Nada de prato, de toalha de mesa, de acompanhamentos, se não os petiscos já citados. Comi pouco, mas com gosto. Chorei pouco, mas com gosto também.
Tenho andado um pouco triste. Um pouco não. Muito! Mas tá dando para levar a guerra. Sou eu contra mim mesma, então, sei os pontos fracos. Todinhos... vai chegar a hora em que a teimosia vai relaxar ou se descuidar e eu estarei atenta. Vou arriar a bandeira dela, vencendo a batalha e, quem sabe, já a guerra? Encontros, almoços e jantares com amigos têm me feito bem feliz. São momentos indispensáveis nessa fase, nesses momentos. São situações em que volto a rir, satirizar, debochar, sorrir, ironizar e até gargalhar, sem se quer me lembrar do que entristece, por algum tempo. Êta coisa boa final de ano... Se não esse mês, cheio de atividades sociais, meus dias e noites seriam sombrios... Ainda que é período de festas, depois é período de verão, depois vem carnaval, e o verão de novo... até março chegar e a decisão ter que tomar... Rimou!
Tô indo para casa essa semana. Dessa vez com menos saudades do que antes, já que estive no lar dos Barcellos de Araújo há 30 dias. Mesmo assim, sempre é bom estar de volta ao bom e velho lar, ao porto seguro. Lugar onde meu riso corre solto, o sono é tranqüilo e garantido, os mimos, ah... os mimos..., são infindáveis.
Serão 15, agradabilíssimos, dias festivos, de tarefas do lar, dos amigos, da família, de lazer, diversão, beberagem, sambarock, comilança, dancing days, passeios cult's e reorganização pessoal. Talvez passe o reveillon na praia. Vou ver quando chegar na Porto dos Casais. O que sei, seja aonde vor, nesse meu vasto rio grande, tá na hora de me envergonhar e começar a pensar em registrar esses momentos alegres. Quero uma câmera digital para tirar fotos do meu pai, mãe, irmão e tias. Dos meus amigos comigo, deles sozinhos, dos parques e lugares. De mim com eles, de mim nesses lugares. Quero gravar casa imagem de felicidade e guardar além da memória, que é falha e esquece logo. Então, vou parecer o meu amigo japa (Marco Sakai), que vai até no banheiro com a cam dele atravessada. Mas como disse a Dona Dirce - "é japonês né!"
Bom, o findi foi bem extenso e curto ao mesmo tempo. Então, vou encerrando por aqui, embora tenha muitas outras coisas para contar para vocês. Infinitas... Porém, este post se alonga por demais já.
Beijo na bunda e atá segunda.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Sóis

Sexta-feira de manhã. Não precisei abrir o aplicativo que controla meu ciclo menstrual para saber que estava de TPM. O mau humor era latente e já o percebia insuportável até para mim. E chovia. Muito. Dia perfeito para ficar em casa, hibernando, como costumo definir dias e este estado de espírito. Mas não. Tinha que encontrar um amigo-cliente, que ontem estava sem comunicação via smartphone. Não havia escapatória. Teria que ir.
Fechava assim meu período de pré-aniversário, antecipadamente. Não suportaria mais uma semana. Teria eu mesmo que dar o start em novas energias e começar Setembro com os dois pés direitos.
E hoje, no primeiro dia do mês, ainda cinza e molhado por aqui no Sul do país, um novo sol surgia. Mesmo que ainda de TPM, a virada do mês sopra em mim mudanças. Novos tempos. Renovação.
Fiz a mesma coisa que nos últimos sábados do calendário letivo. Acordei, peguei a mochila gasta e sai respirando o ar úmido e cheio de partículas de vida e possibilidades dentro de mim. E quand…

Nos phones: Todo homem

O sol Manhã de flor e sal E areia no batom Farol Saudades no varal Vermelho, azul, marrom Eu sou Cordão umbilical Pra mim nunca tá bom E o sol Queimando o meu jornal Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu Espuma de maça Barriga, dois irmãos O meu Cabelo, negra lã Nariz e rosto e mãos O mel A prata, o ouro e a rã Cabeça e coração E o céu Se abre de manhã Em abrigo, em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe