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Monte Carlo Circus

Fomos no circo hoje: Eu, Nandiko e a Silvitcha. Bom programa para o domingo, mas em Videira, no sábado tudo é bem-vindo também.
Gostei. Foi bem bom, principalmente o palhaço Chuvisco. Comprei algodão-doce dele e aproveitei para tirar uma super foto, bem bacana com ele. A Sil adquiriu a nossa foto, com chaveiro de chapéu de Beto Carreiro World, que nem no Shazan cabe, hehehe.
É claro que no circo tem comidinhas e eu n poderia ficar sem minhas batatinhas fritas, meu churros e o algodão-doce, clássico dos parques em Porto Alegre, para comer no sol e lambuzar as mãos e dedos fazendo bolinhas. Faltou cachorro-quente, mas tudo bem, pq no circu tava tudo caro mesmo. Já n tinha mais dinheiro. Tudo era R$ 3,00, com exceção da foto-chaveiro que a Silvia comprou, que era doisão mais caro, hehehe.
Os espetáculos eram todos bons. Típicos de circu sem animais. Gostei de tudo e de todos, mas confesso que o que salvou a pátrio foi o palhaço multifacetário. Acho que tenho uma leve atração por eles, hehehe. O que senti falta, e conto agora que já fui ao espetáculo, era do nariz de palhaço. Isso me lembrou a primeira vez que fui ao circo. Vostok. Em Porto Alegre. Tinha acabado de receber meu super salário e convidei meus dois sobrinhos para irem ao passeio. Minha mãe, como sempre metida, foi junto. Bom, bolsa cheia, três crianças e um adulto sem convicção perante as "pestes", só poderia dar em uma coisa: gastação, hehehe.
Lembro-me bem, foi em 1994. Bem no ano em que a URV virou real. Na conversão todo mundo se fudeu, pois para compra era um por um, mas o salário... Enfim, dinheiro no bolso, crianças no circo, eu empolgada, eles nem aí. Mãe ansiosa.Fomos na sessão da noite, é claro, (como hoje), mas o problema é que eu havia bebido a minha carteira de motorista e ao invés de ir de carro, fui de lotação. Tente imaginar quatro corpos se transportando, com fome e vontade? Éramos nós. A primeira coisa que fiz foi comprar comida, claro. É o que todo gordo faz, hehehe. Depois, foi esperar os brinquedinhos de circo chegarem. Advinhem o que eu queria? Nariz vermelho de palhaço! A tática era, oferecer para as crianças e aproveitar e comprar um para mim. Advinhem? Aqueles filhos da puta nem deram bola para o brinquedinho. Voltei para casa com um rombo na bolsa e sem nariz de palhaça...

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