Pular para o conteúdo principal

Livre, Leve e Solta ! ! !

Sim. Essa é definição ideal para mim no momento. Livre, Leve e Solta! É deste jeito que me encontro desde o início desta semana. E tudo começou de forma majestosa.
No domingo, depois de um dia tranqüilo, regado a cerveja gelada, samba e feijoada, ao lado de pessoas simpáticas e agradáveis, cheguei em casa e encontrei o amor reinando no latifúndio. Ô maravilha... Tava na hora de alguém se dar bem nesta casa.
Na segunda comecei trabalhos novos, efetivamente. E esta sendo uma dilícia, embora cansativo. Desço e caminho pela região central todinha, pela manhã, tarde e até à noite... Mas faço isso feliz, ando com um sorriso no rosto, de contentamento, de alegria, de tranqüilidade tamanha que nem eu esperava.
Às vezes fico em dúvida, pensando que não vou dar conta, que é muita coisa, que são responsabilidades demais, mas, depois penso que se não tentar nada saberei. O que sei é que até consegui esta semana. Três atividades em cinco dias... Três! Quem diria... Quem me viu e quem me vê... Claro que uma delas ainda não é efetiva, estou me esquivando, retardando, deixando para o último momento, como sempre faço, mas mesmo assim dá trabalho.
Na terça fui às ruas de novo, nos três turnos. Labutei, labutei e labutei. E voltei para casa mais uma vez glorificada. Algumas coisas me cansam, é claro, como fonte querer dar entrevista somente no outro dia, porque não estava preparado, essas coisas todas. Ou então fazer toda a matéria, mas a fonte que tu procurou a semana toda quase, liga à noite, pedindo para ir falar com ela... Eu vou né! C'est la vie!

Na quarta mais caminhada, conversinhas, entrevistas, cozinha (aliás, tô cozinhando diariamente quase. quem me viu e quem me vê, mas não lamba os lábios, continuo odiando a tarefa), mais caminhada, escrita e pressão do novo editor, hehehehe. Não poderia ser diferente...
O engraçado foi à noite, depois que uma fonte me chamou para adicionar mais informações, eu estava com o prazo mais que atrasado e só tinha enviado duas matérias. É claro que n tive a sorte de ser uma das outras que não havia feito para adicionar os dados. Estava eu voltando, subindo a ladeira (que até poderia ser do pelô), entrei no salão para tomar fôlego e aproveitar a cera quente e depilar as axilas (digo, desmatá-las). O processo todo levou dez (10) minutos. No final da segunda axila, toca o telefone e quem era: o editor! Cobrando... Pôxa, a nêga escabelada, suada, cansada, com dor nos suvacos, quase sendo assediada pela depiladora (que no meio da conversa puxou com tanta força o papelote que meu seio esquerdo saltou para fora do sutien, parou nas mãos delas, enquanto pedia mais prazo (entre gritos de surpresa de estar com a teta na mão da depiladora) para o editor, do outro lado da linha. Foi algo... Uma cena imperdível. Pendurei o serviço e subi para escrever.
Quinta, ah, a quinta-feira... Véspera de Sexta. Já havia terminado o primeiro trabalho, estava desenvolvendo o segundo e encaminhando o terceiro. Mais descompromissada já me dei o direito de passar por aqui e postar para vocês. Então, com apenas uma tarefa para fazer, aproveitei a manhã para testar minhas habilidades culinárias. Fiz cuca-bolo, estrognofe (acho que se escreve assim, n sei e nem estou preocupada), lavei a salada e pus a mesa. Organizei minhas tarefas, encaminhei emails para meus contatos profissionais, agendei entrevistas para a revista, olha, e até brinquei na internet.
Hoje voltei a trabalhar, mas mais light. Fui buscar dinheiro e não tive sucesso, desci e fui coletar depoimentos para o informativo, voltei, e a "patroa" chegou quase junto. Hoje ela cozinhou... Mas foi fácil: pão com linguiça. Um dia conto para vocês como ela me trata, hehehe. Foi ela a culpa. Foi ela que apagou a Lei Áurea com a borracha, pq a desgraçada da Isabel assinou a lápis o documento. E ainda chamam ela de princesa... À tarde adiantei uma materiazinha e cá estou, escrevendo para vocês.
O presságio para o final de semana é de tempo e humor bom. De sol quente, que queima, como se o buraco de Ozônio tivesse se deslocado para o Brasil, mas bem em cima mesmo, como deve estar nos EUA. E mesmo que chova, meu coração tá feliz, pela minha paz de espírito, pelo sorriso da patroa, e pelas boas perspectivas.
Acho que fiz a coisa certa...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o queijo mofou está estragado [1]

Errado! E só soube disso uma semana depois de ter posto aproximadamente um quilo de queijo colonial no lixo, cheia de dó no pensamento, no estômago e principalmente nos olhos. Logo eu, que sou como avestruz e como até pedra com pimenta do reino moída na hora [se não for assim eu não gosto].

O fato aconteceu logo que vim de casa, após comemorar meu aniversário com minha família e amigos do peito [Jana, sua jararaca, não se inclua nesse núcleo]. Na bagagem sempre trago vários mimos e a cesta básica patrocinada pelo Araújo. Mas, dessa vez, tinha algo a mais: duas metades de queijo redondo, de diferentes sabores, no estilo colonial.

Depois de uma semana degustando o melhor deles, aquele mais branquinho e molinho, levemente salgado - diria que quase um polenguinho - decidi saborear o outro, mais amarelinho, sequinho e oleoso, com doce de leite. Dez dias a base de queijo e salame e enjoei. Sob orientação da minha mãe, deixei os queijos num pote bem ventilado, a sombra.

Mas a umidade no Flat fo…

Uma pegada forte e 15 dias

Faz tempo que não escrevo sobre sexo. Talvez por que venho praticando pouco. Ou a qualidade tenha decaído. Creio que é isso. Tem muito cara se achando por aí. E não tem idade. É jovem, maduro ou... vividos.
Não me lembro de ter transado com um cara jovem que não fosse afoito. Imagino que pensam que basta meter, forte, que a mulher afrouxa a musculatura e goza. Sei não...
Já os maduros apostam na experiência para agradar sua parceira. E expressam isso. Eu chupo, eu pego, eu belisco... Na hora da cama, eles não sabem nem tocar uma mulher com volúpia. Quem dirá cumprir todas as falsas afirmações. E pior: tem homens maduros que não curtem “cunnilingus”, mas adoram uma felação. Que merda. Há machismo até no sexo. :o E tem os vividos, o sexo sênior. Desculpa aí, mas tenho pouca experiência nessa área. Ufa! Ainda bem. No entanto, se o Djavan me pedisse qualquer coisa chorando, eu faria sorrindo, ajoelhada. Ou coisa parecida. J
No meio de tudo isso tem “os caras”. Os que sacam do paranauê. E qua…

Tabaco em pó

Ah, meu trabalho me diverti! No cotidiano do jornalismo, quando estou apurando as informações, encontro de tudo: gente normal, gente doida; assassino, polícia; travesti e religiosas. Tem até um senhor, cheirador de rapé.
É o seu Willi. Ele é um velhinho alemão, simpático, com forte sutaque que denuncia sua origem. Ó conheci hoje. No meio de uma entrevista, onde ele entrou de gaiato, puxou do bolso o porta fumo em pó dele e deu uma cheirada.
"Eu nunca fiquei resfriado ou doente fumando rapé. Esse eu ganhei (n lembro de onde veio o fumo, mas era importado), mas eu também faço. Ontem mesmo foi a Jussara lá buscar. Olha o cartão dela aqui. Ela é massoterapeuta", disse o alemão.
Divirtido o senhor, que tem várias manias, além de cheirar o pó perfumado e fino, quase uma poeira. E advinhem, ele me ofereceu e eu aceitei. Pus no dorso da mão, entre o polegar e o indicador e mandei ver no narigão chato. A inexperiência me fez cheirar tudo numa narina só. Não tenho a prática do velhinho,…