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De volta para casa

Adivinhem quem está de volta? Sim, meu CD, maravilhoso, do The Cramberries, o DVD “gravação alternativo” da Alcione, o Ao Vivo 2, e minha árvore.

Fui tomar banho na casa do Krust, porque n tem água aqui no latifúndio desde domingo, sabe-se lá desde que horas. Então, aproveitei e trouxe meus pertences de volta, que com certeza n viriam se fosse depender do palhaço.

Ele já havia me dito, e eu já sabia, que o meu Cipreste não deveria estar em boas condições, pois ficou do lado de fora nas noites de geada. Ele já é desligado para muitas coisas, quem diria para cuidar de uma planta. Quando eu o vi, fiquei triste, mas com um fundo de esperança, ele tá queimado. Todo queimado. Na verdade, ele tá morto. A planta que representa meu signo, meu ser e que queria enfeitar no Natal, aqui nesta cidade. Ele seria minha primeira árvore de natal.

Ainda vou tentar revivê-lo, nem que seja a base de minhas lágrimas (que não tem sido poucas), mas, se conseguir, já ficarei feliz de te-lo verdinho, mesmo que não possa transforma-lo em pinheiro por 30 dias. Que isso sirva de lição para mim, para que possa carregar, sempre, todas as coisas que me sejam caras, aonde quer que eu vá. Só a gente sabe dar valor àquilo que nos é importante. Mesmo que seja uma simples planta.

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