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Vou pra Porto Alegre, tchau!

sabe o que me dá forças? saber que vou passar um dia em Porto Alegre, rever meus locais favoritos (entre correrias urbanas e preparativos para a viagem), almoçar com amigos, beber com amigos, chorar para os amigos, fofocar com a minha mãe e ganhar cafuné do meu pai.

triste

quer saber o que mais me deixa triste? é que não meço esforços para fazer as coisas. posso reclamar, tentar impor algumas coisas, ter garantias quando o assunto envolve grana, mas, como n há reciprocidade, nem gentilezas ou nem mesmo a simples educação, fica difícil entender porque ainda mantenho consideração. vou me ver livre dessa doença ainda. tenho certeza.

Azul da Cor do Mar...

Ah, se o mundo inteiro me pudesse ouvir / Tenho muito pra contar / Dizer que aprendi / Que na vida a gente tem que aprender / Que um nasce pra sofrer / Enauqnto o outro ri / Mas quem sofre sempre tem que procurar / pelo menos vir achar / Razão para viver / Ver na vida algum motivo pra sonhar / Ter um sonho todo azul / Azul da cor do mar / Hoje resolvi mudar / Vou deixar de te amar / Hoje resolvi mudar / Vou deixar... / Juro não ser mais um bobão / Hoje resolvi mudar...

O peso dos 30 anos

BR Press Patu Antunes, do Extra* É preciso encarar os fatos: tem coisas que a idade não nos permite mais fazer. O mundo avançou, os costumes estão (bem mais) liberais e poucos ainda ficam horrorizados quando uma mulher de 30 e tantos usa uma minissaia provocante. Mas e aí? Tem a verdade inexorável: os anos passam e o corpo sente. Como quando enchemos a cara e levamos três dias para voltar ao normal. Sim, não temos mais 16 primaveras para beber cerveja, vodka e uísque ao mesmo tempo, e levantar no dia seguinte com uma ressaquinha que passa em duas horas com uma aspirina no meio. Temos 3O e alguns invernos que quintuplicam os efeitos desastrosos do álcool. Não dá para fugir: mulher de 30 em diante só não fica malz com os excessos e/ou as misturebas ébrias se já for uma alcóolatra (ou quase). E ainda assim, não deixa de ser uma sessão de aniquilamento em massa de neurônios. Genocídio celular Mesmo supondo que não se trata de um caso para o AA, vale olhar a questão com cautela: trata-se a...

Montevideo

É pácabá mesmo... Depois de eu exprimir os bolsos, as bolsas, os cofres e tudo mais, para fazer a viagem técnica para Montevidéo, agora ela pode ser invibializada por uma merda de Registro Geral. Tudo isso porque os organizadores da viagem não estão sabendo organizá-la. Mas agora eu vou, por que, afinal, eu sou brasileira e não desisto nunca!!!!!!!

Setembro: Mês de Aniversário Elaine

Só tenho uma coisa para dizer para vocês. “Eu sou uma parada!”. Hehehehe. Portanto, entenda de uma vez só, que 7 de setembro é a data que, não só, referencia e reverencia a proclamação da independência do Brasil, mas também, cujo visionário D. Pedro I imaginou, que, 152 anos depois, estaria neste mundo, de novo, Eu - Elaine Barcellos de Araújo, brasileira e que não desisti nunca!!! Bjocas nas bochechas!

De volta para casa

Adivinhem quem está de volta? Sim, meu CD, maravilhoso, do The Cramberries, o DVD “gravação alternativo” da Alcione, o Ao Vivo 2, e minha árvore. Fui tomar banho na casa do Krust, porque n tem água aqui no latifúndio desde domingo, sabe-se lá desde que horas. Então, aproveitei e trouxe meus pertences de volta, que com certeza n viriam se fosse depender do palhaço. Ele já havia me dito, e eu já sabia, que o meu Cipreste não deveria estar em boas condições, pois ficou do lado de fora nas noites de geada. Ele já é desligado para muitas coisas, quem diria para cuidar de uma planta. Quando eu o vi, fiquei triste, mas com um fundo de esperança, ele tá queimado. Todo queimado. Na verdade, ele tá morto. A planta que representa meu signo, meu ser e que queria enfeitar no Natal, aqui nesta cidade. Ele seria minha primeira árvore de natal. Ainda vou tentar revivê-lo, nem que seja a base de minhas lágrimas (que não tem sido poucas), mas, se conseguir, já ficarei feliz de te-lo verdinho, mesmo que ...