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amo histórias de vampiros [e de gente]

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É incrivelmente relaxante ficar na varanda de casa. Ela e o wirelles do flat me deixam feliz nos finais de tarde dessa primavera calorenta. Fico aqui me distraindo com a movimentação urbana do centro, enquanto o canto dos passarinhos, fervorosos, se une ao cantar de algum músico preferido. Tento ficar aqui fora quando estou sem vontade para descer e fazer alguma coisa entre as pessoas, embora adore o mar de gente. Tento ficar aqui, enquanto me desvencilho do romance que envolve a vida fictícia de Bella Swan - a filha do chefe Swan da cidade nebulosa de Forks. A série de livros da escritora Stephenie Meyer não é sobre vampiros e lobos. É sobre a adolescente humana. E é incrível como essa história tem me prendido tanto. As tramas de Crepúsculo e Lua Nova são tão juvenis que nem mereceria maior atenção, mas algo prende nesse enredo todo e me faz partir para o livro seguinte, no mesmo instante em que termino o anterior. É o tipo de história que se faz imaginar porque não somos escritores. ...

amor

hoje, com os sentidos e sentimentos solitariamente tristes, e no meio de um ciclo menstrual, em pense mais nisso: E ser artista no nosso convívio Pelo inferno e céu de todo dia Pra poesia que a gente não vive Transformar o tédio em melodia Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum veneno antimonotonia

Ho Ho Ho

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Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez. Então é Natal, a festa Cristã. Do velho e do novo, do amor como um todo. Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem. As luzes de Natal foram acesas nesta sexta-feira em Videira, assim como foi aberta a casa do Papai Noel para visitação, terminada a decoração da árvore de Natal com 21 metros, entre outras belezinhas mais. Desci para ver, mas desisti de assistir. Fui tomar um café e acabei vendo o show de fogos da claribóia do shopping. Feliz de estar apenas vendo as luzes e de forma protegida. Tenho medo deles. Como a intenção era ver a decoração e as pessoas felizes por terem um lugar seguro e ao ar livre, decorado, para passear com a família; tive sucesso. Já mais calmo sai para a rua e fiz minha visitação. Lembrei que todos os anos eu embarco no ônbibus da Unesul que faz a Linha Caçador - Porto Alegre e fico acordada até boa parte da viagem, vendo as luzes das cidades por onde pas...

As mocinhas da cidade...

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Encontro da Samuvi - Maio 2009 A foto é antiga e está ruim. Mas dá para ver que os meus velhinhos cantam e encantam, mensalmente, no encontro festivo. Ontem, a festança foi na cidade vizinha de Iomerê. Era noite de encerramento das atividades e eleição da nova diretoria. O grupo, sempre animado, fez a maior festa e ainda cantou parabéns para a Rita, a vice-presidente da Sociedade dos Amigos do Museu do Vinho, que levou um bolo para comemorar seu aniversário conosco. Com esse povo não há tristeza. Pelo contrário. Fico imaginando o dia em que o baile irá começar e não parará mais. Talvez, ontem, livres do horário de partida da van, eles tenham esticado a noite e saído com a bailanta. Quem duvida é louco! Eu, que sou mocinha da cidade, moreninha linda; não arrisco, só petisco. As mocinhas da cidade By Belarmindo e Gabriela As mocinhas da cidade, são bonitas e dançam bem As mocinhas da cidade, são bonitas e dançam bem Dancei uma vez com uma moreninha, já fiquei querendo bem Dancei uma vez...

poeminha

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hoje não!

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Estou na varanda. Troquei o chimarrão pela cerveja gelada, depois de comer dois cachorros-quentes bem recheadinhos. Claro que fiquei pançuda... Mesmo assim, estou entornando uma ceva. O calor está intenso até aqui fora, no frescor da lajota sobre as almofadas. Queria ter uma câmera para poder mostrar-lhes as nuvens que se formam hoje. Uma parece o tigre, o Diego, da Era do Gelo, em seus momentos de mau humor. O resto é um grande algodão doce num tom azul escuro. O bom é que mesmo pesada, ela está em movimento. É chuva. Mas hoje não!

BLOGAGEM COLETIVA: Meu Infinito Particular

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Tudo começou em 2004. Era tudo muito novo ainda. A blogosfera não era conhecida por todos e havia poucas ferramentas disponíveis. O Cor de Rosa e Carvão nasceu pelo BrTurbo. Fazia parte do pacote ter um blog e na época eu aprendia a escrever contos numa oficina literária do escritor Charles Kiefer. Ele incentivou seus alunos a criar um espaço virtual para publicar os nossos textos, já que só os melhores iam para o site da revista literária. Daí eu fiz. A produção era pequena. Um texto ao mês mais ou menos. Mas para o primeiro blog, apenas os que eu considerava os melhores eram publicados. Logo, o servidor se tornou limitado para mim, que buscava novas idéias visuais. Uma identidade mesmo. Então sai em busca de novos sites que ofertassem uma carta de serviço mais ampla. Encontrei, mas antes do blogger ser comprado pelo Google. Migrei para cá com alguns poucos inscritos, em 2005, quando já estava mais popular os diários eletrônicos. Nessa época eu já não cursava mais a oficina literária ...