No vacance

Adoro contos, crônicas e artigos. São gêneros textuais que muito me atraem. Os dois primeiros até sei escrever. Já o terceiro tipo, nunca me arrisquei. É responsabilidade demais para uma jornalista em [eterna] formação e ascensão como eu... Embora saiba que escrevo bem – quando preciso e quero, também.
Há muito tempo não lia nenhum conto com gosto como hoje pela manhã. Como sabia que enfrentaria fila e teria que esperar em outros momentos, levei na bolsa o mimo que minha amiga Mirela trouxe no domingo: Dez (quase) amores, de Claudia Tajes. Rapidinho devorei o livro pocket com boas risadas. Mesmo em frente a estranhos, e claro, sem nenhum pudor. De quase molhar as calcinhas...
Foi assim, rindo a toa, quase de perninha cruzada, que fui surpreendida na recepção de um grupo de comunicação. Sim. Comecei a procurar emprego. Como sei que esse povo do jornalismo está sempre correndo ou envolvido em reuniões com a equipe, me preveni com uma leitura leve. Talvez tenha exagerado na dose ao deixar a editora de um grupo de rádios e tevê me ver gargalhando, levemente, na sala de espera. Talvez...
Será que me ajuda o fato de não haver vagas no momento? Terá sido um sinônimo de alívio a disposição e interesse no currículo para indicações? Do tipo: "ainda bem que aqui essa louca não vai trabalhar. Ufa!" Imagina, então, se ela soubesse que eu dialogo com a comida [e ainda sorrio]...
Comentários
boa sorte nessa corrida por uma vaga
bjs
Sorte para o novo emprego que vais arrumar....
Angélica - Pior que eu me preparo para acordar cedo e ir falar com "os homis", mas esse povo só quer marcar pra tarde, bem na hora do Clone e da Sessão da tarde. Putz! Desse jeito vou perder a temporada de férias, antes mesmo de conseguir emprego. Hehehe. O fim da picada. Hehehe.
Chega de moleza né fia!!!! Bota esse corpinho e essa cabecinha pra trabalhar...boa sorte na busca!
Bjs da Rou.