Amanhecer

É. Por pouco não amanhece lendo mesmo. Depois de contatar todos os fanáticos conhecidos pela saga dos vampiros, comprei o quarto livro. Desde sábado passado que eu havia terminado Eclipse e estava ansiosa para saber quando a chata da Bella Swan ia dar para o sanguessuga.
Para variar, comecei a ler tarde. Depois das Cinquentinhas para ser mais exata. Gosto de ver a Marília Gabriela atuando. Ela é naturalmente artificial na telinha e isso me encanta. Ou seja, muito técnica. Isso que dá jornalista querer dar uma palhinha como atriz. Não dá certo! Mas gosto.
Resumindo, a minha análise de que essa saga não se trata de uma história de vampiros se confirmou com Amanhecer. O livro é dividido em três partes: Bella, Jacob e Bella [de novo...]. Isso me chamou a atenção, digo, o fato da autora ter escrito em três “tomos”, embora a sequência dos capítulos seja contínua, ininterrupta.
Bom, quis terminar a primeira parte ontem, que tinha apenas 98 páginas, mas a responsabilidade de ter que acordar cedo hoje pela manhã para malhar e depois trabalhar me fez cair na realidade. Fechei o livro às 2 horas, com 30 páginas a menos da meta. E agora, enquanto escrevo pra vocês, resisto da idéia de ler mais um capítulo [mas não garanto]. É uma história boba, mas muito boa, o que não posso dizer dos filmes. As produções de Crepúsculo e Lua Nova foram bem meia boca...
O que sei é que a Stephenie Meyer não é nenhum Gabriel Garcia Marquez ou Érico Veríssimo ou Cecília Meireles, mas li mais de 400 páginas por semana, num piscar de olhos. Essa marca só foi superada com O Continente, da trilogia O Tempo e o Vento do meu querido Érico. Só o livro 1 tinha mais de 600 páginas e li a história, levemente rabuscada de Ana Terra e Bibiana, em 15 dias. O Retrato e O Arquipélago ficaram para depois, quando comprasse a caixa com todos. É um romance lindo demais para não se ter em casa.
Enfim, a escrita simples, a trama leve e ficcional dos vampiros me fez pensar em retomar a ideia de escrever um livro. Afinal, dizem que toda mulher precisa plantar uma árvore, parir um filho e escrever um livro. Hum, creio que preciso correr atrás do tempo...
Para variar, comecei a ler tarde. Depois das Cinquentinhas para ser mais exata. Gosto de ver a Marília Gabriela atuando. Ela é naturalmente artificial na telinha e isso me encanta. Ou seja, muito técnica. Isso que dá jornalista querer dar uma palhinha como atriz. Não dá certo! Mas gosto.
Resumindo, a minha análise de que essa saga não se trata de uma história de vampiros se confirmou com Amanhecer. O livro é dividido em três partes: Bella, Jacob e Bella [de novo...]. Isso me chamou a atenção, digo, o fato da autora ter escrito em três “tomos”, embora a sequência dos capítulos seja contínua, ininterrupta.
Bom, quis terminar a primeira parte ontem, que tinha apenas 98 páginas, mas a responsabilidade de ter que acordar cedo hoje pela manhã para malhar e depois trabalhar me fez cair na realidade. Fechei o livro às 2 horas, com 30 páginas a menos da meta. E agora, enquanto escrevo pra vocês, resisto da idéia de ler mais um capítulo [mas não garanto]. É uma história boba, mas muito boa, o que não posso dizer dos filmes. As produções de Crepúsculo e Lua Nova foram bem meia boca...
O que sei é que a Stephenie Meyer não é nenhum Gabriel Garcia Marquez ou Érico Veríssimo ou Cecília Meireles, mas li mais de 400 páginas por semana, num piscar de olhos. Essa marca só foi superada com O Continente, da trilogia O Tempo e o Vento do meu querido Érico. Só o livro 1 tinha mais de 600 páginas e li a história, levemente rabuscada de Ana Terra e Bibiana, em 15 dias. O Retrato e O Arquipélago ficaram para depois, quando comprasse a caixa com todos. É um romance lindo demais para não se ter em casa.
Enfim, a escrita simples, a trama leve e ficcional dos vampiros me fez pensar em retomar a ideia de escrever um livro. Afinal, dizem que toda mulher precisa plantar uma árvore, parir um filho e escrever um livro. Hum, creio que preciso correr atrás do tempo...
Comentários
Ah, e essa de ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro não serve só pra mulher, não, piazona! Pena que eu não posso parir uma criança, ha ha ha! Acho que vou ter que adotar, mesmo...
rsrsrsrsrs