Pêra, Maça ou Salada de Frutas?
No Sábado (22), antes de sairmos para nossa aventura noturna, fizemos um esquente aqui em casa. Um churras pocket com bebidinhas para nos por no pique da gravação do DVD da Banda Capitão Mamão (melhor seria se o nome fosse Mamão Papaia). Os caras tocam pop rock, mas eu só sei disso porque no depois do almoço no interior, de Domingo (23), li no adesivo do carro do vizinho mais arrogante que já tive em toda a minha vida, que esse era o estilo musical dos caras. E mais, que eles eram uma banda de universitários em Sampa. 
Ora! Desde que me conheço por gente que já sei que banda universitária nunca fez sucesso nacional, sem antes já ser consagrados na própria cidade e estado, além de ter uns bons álbuns gravados e no trabalho nacional há anos. Ta, sem enrolar, a tal de banda foi o maior engodo. Pra começar eu deveria ter sacado já quando não tinha ouvido nenhum comentário pela cidade sobre a tal gravação do DVD, depois, quando a SIlvitcha me falou que a gente ia porque havíamos combinados no Sábado da Festa da Imprensa, fiquei ainda pensando: “Eu sou tapada, mas lembro bem do que me gustas”. Disso eu não lembrava, há há há. Por fim, na compra dos ingressos, que foram os 15 reais pior investidos na minha vida, ainda ganhamos um CD. Sentiram do drama mais um pouco né?
Bom, ao chegarmos no I Am Bier Club (não errei a grafia da danceteria da cidade não. É cerveja em alemão e pára de fazer pergunta difícil e vai lá pesquisar o porque da misturança toda: http://www.iambierclub.com.br/) a decepção. Já havia passado da meia-noite e aqui a coisa bomba tarde mesmo, mas parecia que naquele dia nada disso aconteceria. Os salões estariam vazios se não fossem os adolescentes, com menos de 15 anos, que as mães não conseguem manter em casa no final de semana. Meia hora daquilo, duas cervejas depois e nós – Iaran, Taciana, Rosana, Silvitcha e eu – decidimos ir embora. Sim, pasmem: topei na hora ir para um bailão no interior. Até o Iaran topou ir num bailão e ele realmente não curte o babado.

Ora! Desde que me conheço por gente que já sei que banda universitária nunca fez sucesso nacional, sem antes já ser consagrados na própria cidade e estado, além de ter uns bons álbuns gravados e no trabalho nacional há anos. Ta, sem enrolar, a tal de banda foi o maior engodo. Pra começar eu deveria ter sacado já quando não tinha ouvido nenhum comentário pela cidade sobre a tal gravação do DVD, depois, quando a SIlvitcha me falou que a gente ia porque havíamos combinados no Sábado da Festa da Imprensa, fiquei ainda pensando: “Eu sou tapada, mas lembro bem do que me gustas”. Disso eu não lembrava, há há há. Por fim, na compra dos ingressos, que foram os 15 reais pior investidos na minha vida, ainda ganhamos um CD. Sentiram do drama mais um pouco né?
Bom, ao chegarmos no I Am Bier Club (não errei a grafia da danceteria da cidade não. É cerveja em alemão e pára de fazer pergunta difícil e vai lá pesquisar o porque da misturança toda: http://www.iambierclub.com.br/) a decepção. Já havia passado da meia-noite e aqui a coisa bomba tarde mesmo, mas parecia que naquele dia nada disso aconteceria. Os salões estariam vazios se não fossem os adolescentes, com menos de 15 anos, que as mães não conseguem manter em casa no final de semana. Meia hora daquilo, duas cervejas depois e nós – Iaran, Taciana, Rosana, Silvitcha e eu – decidimos ir embora. Sim, pasmem: topei na hora ir para um bailão no interior. Até o Iaran topou ir num bailão e ele realmente não curte o babado.

Chegamos em Rio Tigre e as janelas e portas do salão da comunidade estavam abarrotados de tanta gente. Pelo gramado, capela, “estacionamento”, mais gente paquerando, conversando, namorando, se comendo, brigando, vomitando e etc e tal. Lá dentro, a grupo San Francisco, o melhor do Estado pelo que disseram, agitava todas. Era gente rodopiando, gente brincando, gente caçando, gente fazendo de tudo. Foi o meu quarto bailão, depois de uma parada de dois anos. E sim, me diverti muito!!! E agora eu quero mais.
Nunca me diverti tanto nos últimos tempos como este Sábado. Trocamos a banda com nome de fruta para fazer a tradicional escolha: Pêra, Maça ou Salada de Frutas? Quer saber a minha escolha? Então pesquisa nos blogs alheios e tire as próprias conclusões. Afinal, eu conto tudo pra vocês, sempre... Chega de mamão com açúcar agora :)
Nunca me diverti tanto nos últimos tempos como este Sábado. Trocamos a banda com nome de fruta para fazer a tradicional escolha: Pêra, Maça ou Salada de Frutas? Quer saber a minha escolha? Então pesquisa nos blogs alheios e tire as próprias conclusões. Afinal, eu conto tudo pra vocês, sempre... Chega de mamão com açúcar agora :)
Comentários
só sei que eu não quero mais mamão...nem mamão papaia, nem mamão com açúcar...pois o tal capitão mamão, sem condições né!!!!
O que importa é que o "São" Francisco estava melhor, e já ganhou uma fã de carteirinha...a Silvia, q se apaixonou pelo moço da banda!!!!
Se se desse ao trabalho de reler o post da "maioria", rs, de forma analítica e coerente saberia o que quis relatar. Mas como percebi no teu comentário, quem tem pré-conceitos com certeza não sou eu e sim tu mesmo, que muito sem coragem tb não teve a fidelidade que, antecipadamente me acusa de não ter, de assumir a própria identidade. Os gringon a quem me referia não era da banda POP e sim do San Francisco. Mas, atire a primeira pedra aquele que nunca pecou, hehehehe. Ah, pode voltar. Eu respeito as opiniões, mesmo que adversas.
Boa semana
um abraço.
Cris
Bom, primeiro agradeço a tua educação em manifestar a tua opinião sobre meu post. Segundo, por defender a quem gosta de ouvir, acompanha e torce para que tenham uma carreira promissora e por último, por chamar nossa cidade de acolhedora. Manter esse nível de respeito, coisa tão difícil ultimamente.
Esse post, como já deve ter lido, gerou alguma polêmica. Eu não natural de SC e sim da capital gaúcha. Lá, cansei de ir me shows de bandas Pop Rock ou de MPB com sotaque do gaúcho. Mto defendi meus ídolos, mto levantei suas bandeiras e fiquei lá, no gargarejo, cantando e dançando muito feliz. Por isso, por conhecer parte da trajetória de Bandas como Papas da Língua, Engenheiros do Havaí, Cascavelets, Garotos da Rua, Adriana Calcanhoto e assim por diante, que sei quanto o mercado fonográfico e antes disso, a opinião pública, é cruel com essas pessoas.
Acho legal Videira tentar quebrar um paradigma, uma cultura, para ampliar os horizontes, proporcionar alternativas de lazer e estilos. Eu, que muito sofri com a falta de outros sons qdo cheguei por aqui, por algum tempo acreditei que fosse possível mudar os costumes. Mas fazer isso com uma banda que ainda não circula na mídia comercial é mta sacanagem.
Eu ouvi o CD da Capitão Mamão no mesmo dia do show. E confesso que antes de adqurir o convite eu nem sabia o nome da banda ao certo. Mesmo assim eu gostei do som deles. Achei bacana, um trabalho honesto num estilo musical extremamente concorrido. Mas, daí, fazer eles voltarem, no mesmo dia em que havia três bailes na região (e isso sim atrai pessoas por aqui) é muita sacanagem. Até porque inaugurar uma casa em que gerou espectativas durante meses é outra coisa... Talvez os organizadores da Casa tenham se iludido ou acreditado numa mudança de comportamento da região mto rapidamente.
Espero, sinceramente, que essa noite venha a contribuir positivamente na cultura local. E que não tenha sido traumaticamente para os guris, embora eu tenha, realmente, ficado decepcionada.
Outro abraço e obrigada pelo comentário.