Indiferença
Tudo é veneno.
Não há nada que não seja veneno.
O que difere o veneno do fármaco é a dose.
(Paracelsus)

Não há nada que não seja veneno.
O que difere o veneno do fármaco é a dose.
(Paracelsus)

Essa frase tão sábia eu captei do blog da Jamille. Nunca tinha ouvido falar desse cara, que nada mais ou menos foi do que médico, filósofo, alquimista, químico, astrólogo. Coisa pouca! E como não poderia deixar de ser, com um nome pomposo pacas: Philippus Aureolus Theophrastus Bombast von Hohenheim, o Paracelsus ou Paracelso. É! O blog da Jamille além de lindo e emotivo também é cultura.
Bom, o fato é que li essa fala do Paracelsus lá e séculos depois ela é praticada de forma consciente ou inconscientemente pelas pessoas. Afinal, tudo que fazemos ou dissemos, dependendo da dose, é veneno ou fármaco. Eu sei disso. Minha indiferença é assim. Puro veneno...
Já não sei se inconsciente ou consciente, mas sou assim. Não sei medir, ponderar nessas circunstâncias e não é algo que quisesse manter ou querer do fundo do coração, pelo contrário. A indiferença me magoa tanto mais a mim do que a quem destino esse sentimento ou sensação. Me deixa triste, doída por dentro e nunca quis emitir tal sentimento propositalmente a quem eu gosto tanto, mesmo que meus sentimentos tenham sido humilhados.
Mas sou assim: 8 ou 80. Não sei ser diferente. Só indiferente. O cérebro até manda, mas o subconsciente não aceita nenhuma reaçao ao contrário. É o meu sistema de defesa atuando. Afinal, não dá para ficar cacarejando e ciscando no mesmo quintal, depois que a ração chegou ao fim. Tem hora que a galinha levanta a cabeça e bate em retirada para novos prados. Ela deixa para trás o terreno antes fértil, agora árido, em busca de novos frutos.
Bom, o fato é que li essa fala do Paracelsus lá e séculos depois ela é praticada de forma consciente ou inconscientemente pelas pessoas. Afinal, tudo que fazemos ou dissemos, dependendo da dose, é veneno ou fármaco. Eu sei disso. Minha indiferença é assim. Puro veneno...
Já não sei se inconsciente ou consciente, mas sou assim. Não sei medir, ponderar nessas circunstâncias e não é algo que quisesse manter ou querer do fundo do coração, pelo contrário. A indiferença me magoa tanto mais a mim do que a quem destino esse sentimento ou sensação. Me deixa triste, doída por dentro e nunca quis emitir tal sentimento propositalmente a quem eu gosto tanto, mesmo que meus sentimentos tenham sido humilhados.
Mas sou assim: 8 ou 80. Não sei ser diferente. Só indiferente. O cérebro até manda, mas o subconsciente não aceita nenhuma reaçao ao contrário. É o meu sistema de defesa atuando. Afinal, não dá para ficar cacarejando e ciscando no mesmo quintal, depois que a ração chegou ao fim. Tem hora que a galinha levanta a cabeça e bate em retirada para novos prados. Ela deixa para trás o terreno antes fértil, agora árido, em busca de novos frutos.
Só queria poder acreditar que o mundo continuaria rosa e azul, como uma áurea serena e equilibrada. Mas isso, só no mundo da Doroty e mesmo assim ela penou para ter a doce realidade de volta.
Comentários
Quanto aos nossos venenos, eu muitas vezes me embriago e definitivamente não encontro antídotos. Embriaguez de forma consciente, quanto ao amor, e inconsciente quanto as minhas atitudes.
8 ou 80, talvez... mas ainda sim penso nos 40 que equilibram!
Deixemos, então, que nosso veneno se tornem antídoto próprio. Nem sempre o fármaco é tão bom!
momento desabafo. eu posso, né?! rs
bjs, menina linda!
fê* =D
tbm sou 8 ou 80 e por ser assim muitas vezes deixo me levar pelo impulso, pelo calor do momento e jogo tudo para cima...
estou querendo e muito mudar de quintal, talvez nem deveria achar que esse quintal era meu... só não estou achando como fazer da melhor maneira
estou tão cansada...
o mundo por enquanto esta cinza mas eu fiz de tudo para ele ser cor de rosa...
ah se fiz
bjs, saudades