Cor de Rosa (8)
Propaganda ou Ruído?!

Portanto, vamos todos utilizar o bom senso. Assim, ninguém será prejudicado e a sociedade ainda poderá ficar tranqüila, sem fazer confusões, como no meu caso, que troquei a segunda pelo domingo.
PESSOAS E COTIDIANO
Esses dias eu acordei pela manhã, olhei para o relógio, e pensei: “to atrasada!” Da rua vinha o som, alto, de um carro que anunciava ofertas de um mercado do Centro. Levantei correndo e comecei a me preparar para o primeiro compromisso do dia. Afinal, não é de bom tom chegar ‘em cima ou depois da hora’ para entrevistar uma pessoa que abriu brecha na agenda.
De repente veio a luz: Hoje é Domingo! Sim, agora, aqui em Videira os carros de som saem pelas ruas, ‘em alto e bom som’, como lembra o dito popular. Já não bastasse os vizinhos que com seus equipamentos super potentes fazem com que todos em sua volta saibam qual é seu estilo musical preferido. Não bastasse as igrejas evangélicas, que independente do dia e da hora, rompem o silêncio (ou não) do trânsito com os cultos. Não bastasse a gurizada, que nos finais de tarde ou nos inícios da manhãs, de Sábados e Domingos, com o porta-malas abertam, circulam pelas ruas a propagar suas músicas. Não bastasse tudo isso, agora temos os carros de sons aos Domingos (e ainda nem começou as propagandas eleitorais...)
Está na hora de chegarmos a um meio termo.Há um nível aceitável e saudável da manifestação desse instrumento. Acredito que para a nossa realidade e perfil, este meio de comunicação é muito eficaz. Como comunicadora, não posso ignorar a eficiência e eficácia desse veículo e apoio o seu uso. Porém, não dá para abusar. Como alerta a jurista e comunicadora nicaragüense, Doraldina Zeledón Úbeda, deve ser dar mais importância para o fato, antes que ele se torne um problema. Afinal, o ruído contamina o ambiente e afeta a saúde. Vejam bem, não quero o fim desse serviço, mas o uso racional desse equipamento.
Na semana passada, um comerciante encaminhou para a Câmara de Vereadores um abaixo assinado para que se tomem medidas com relação aos carros que fazem sonorização pelas ruas da cidade. O documento já foi direcionado para a Prefeitura de Videira, a fim de que se cumpra a lei municipal. No texto, mais de 200 assinaturas, na maioria de comerciantes, incentivava a tomada de alguma atitude. Penso que, quando um grande número de pessoas, do mesmo setor, vai contra um instrumento de comunicação muito utilizado por seus colegas, é porque o abuso está demais.
De repente veio a luz: Hoje é Domingo! Sim, agora, aqui em Videira os carros de som saem pelas ruas, ‘em alto e bom som’, como lembra o dito popular. Já não bastasse os vizinhos que com seus equipamentos super potentes fazem com que todos em sua volta saibam qual é seu estilo musical preferido. Não bastasse as igrejas evangélicas, que independente do dia e da hora, rompem o silêncio (ou não) do trânsito com os cultos. Não bastasse a gurizada, que nos finais de tarde ou nos inícios da manhãs, de Sábados e Domingos, com o porta-malas abertam, circulam pelas ruas a propagar suas músicas. Não bastasse tudo isso, agora temos os carros de sons aos Domingos (e ainda nem começou as propagandas eleitorais...)
Está na hora de chegarmos a um meio termo.Há um nível aceitável e saudável da manifestação desse instrumento. Acredito que para a nossa realidade e perfil, este meio de comunicação é muito eficaz. Como comunicadora, não posso ignorar a eficiência e eficácia desse veículo e apoio o seu uso. Porém, não dá para abusar. Como alerta a jurista e comunicadora nicaragüense, Doraldina Zeledón Úbeda, deve ser dar mais importância para o fato, antes que ele se torne um problema. Afinal, o ruído contamina o ambiente e afeta a saúde. Vejam bem, não quero o fim desse serviço, mas o uso racional desse equipamento.
Na semana passada, um comerciante encaminhou para a Câmara de Vereadores um abaixo assinado para que se tomem medidas com relação aos carros que fazem sonorização pelas ruas da cidade. O documento já foi direcionado para a Prefeitura de Videira, a fim de que se cumpra a lei municipal. No texto, mais de 200 assinaturas, na maioria de comerciantes, incentivava a tomada de alguma atitude. Penso que, quando um grande número de pessoas, do mesmo setor, vai contra um instrumento de comunicação muito utilizado por seus colegas, é porque o abuso está demais.
Portanto, vamos todos utilizar o bom senso. Assim, ninguém será prejudicado e a sociedade ainda poderá ficar tranqüila, sem fazer confusões, como no meu caso, que troquei a segunda pelo domingo.
PESSOAS E COTIDIANO
A Nicaragüense Doraldina Zeledón Úbeda fez alguns alertas e recomendações para que todos tenham, do que chama, de ‘Paz Sonora”. Se prestarmos bem atenção, serve bem para Videira:
1. Motorista, não buzine, revise o escapamento do seu carro, apague o motor quando estacionar e feche as janelas e portas do seu veículo se está ouvindo música.
2. Vizinho, condutor, comerciante, baixe o volume do equipamento de som; sua música é para você, permita que os demais escutem o que preferir.
3. Discotecas, igrejas, restaurantes, casas noturnas, adaptem seu prédio para evitar a emissão de ruídos à vizinhança.
4. Igrejas: evitem ruídos de discursos, sermões, cantigas e outros, especialmente durante a noite e a madrugada.
5. Pessoas afetadas pelo ruído, se não há acordo, denuncie os barulhentos à fiscalização ambiental, à prefeitura ou à polícia.
“O respeito ao direito alheio é a paz.”
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bjs