Curtas dos últimos (vários) dias

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A merda é que estou com uma gripe forte, que assolou esse corpo lindo que tenho (coisa rara), e não vou visitá-lo desde quarta-feira, quando se operou. Isso é ruim, me deixou com uma sensação de inutilidade, de impotência muito grande, mas agora está tudo bem, espero eu. Afinal, já foram duas batalhas vencidadas: a cirurgia e o pós operatório. Viva!!!
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Havia esquecido o que é andar pelas ruas de Porto Alegre, durante à noite. Especialmente pela Cidade Baixa. Uma delícia completamente comum a uma metrópole com perfil provinciano, se é que vocês me entendem. Não há dias e nem noites de chuva; as pessoas saem igual, sem medo de se molharem ou serem felizes.
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Alguns restaurantes da cidade ampliaram seus espaços, outros se mantiveram como antes e novos surgiram, enquanto outros fecharam para dar espaço a nova tendência festiva do bairro, como a Azul Cobalto, que para mim era um pub completamente depressivo e chato e que agora abriga um outro bar com aspecto atrativo, convidativo. Ah, não pergunte o nome, não enxerguei sem os óculos, sob a chuva e do outro lado da rua.
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Caminhando pelas ruas percebi, contente, que aqui sou uma gorda linda, aliás, sou mais uma gorda linda e feliz; gorda linda, feliz, imperceptível para uns e perceptível para outros. Uma gorda linda, feliz, impercetíel para uns, perceptível para outros e comum. Às vezes ser comum é algo agradável. Cansa ser o centro das atenções.
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Oh, tinha várias idéias e percepções, mas agora elas já voaram entre outros pensamentos...
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