Mãe

Não tenho saído quando vou para casa, com exceção desse último final de semana, claro. Fico lá, ao lado deles, recuperando a energia que gasto com o Téo. Tenho ímpetos de chegar perto dela, colocar a cabeça em seu colo e falar, falar, falar, até que ela diga: “Chega!!! Não te criei para ficar sofrendo por homem nenhum”. Mas não posso fazer isso com ela agora. Com meu pai a ponto de perder outra perna, com meu irmão se digladiando com a ex-mulher e com a crise financeira lá de casa, agravada com as despesas de saúde dos velhos. Não tenho esse direito.
Por isso queridos, agüentem mais um pouco, por favor, só até agosto. Depois disso eu vou voltar ao normal, juro!!!!
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