Se chutar uma moita, o Sandro salta dela
Por isso, quando vou a alguma cerimônia de formatura, me emociono. Algumas eu choro. Em outras me divirto demais. Seja de que forma for, eu valorizo todas elas. Pois imagino o valor que tenha sido para o formando e sua família. O sacrifício feito, a dedicação, o investimento financeiro, as abdicações, o amor, o tempo, a saúde dada...
Não foi diferente na formatura do Sandro. Ele é irmão da minha amiga Jana. E embora tenhamos estudado na mesma escola de ensino fundamental, não tenho intimidade com ele. Mas me emocionei com a sua vitória, a sua conquista. É um passo grande que a gente dá para o futuro profissional e pessoal. E merece nosso respeito. Mesmo que agora, se passar por uma moita e chutá-la, salte 592 advogados, e mais o Sandro. Não importa. O crédito é dele igual.
Afora isso, a cerimônia foi uma delícia. Breve. Os acadêmicos foram pontuais e começaram a cerimônia pontualmente às 17h. O “mano” foi juramentista e às 18h ele já estava jogando a toga pra cima. Era então um bacharel em Direito. E nós, convidados da recepção...
Comentários