Não aprendi a dizer adeus

Eu falo de tudo pra vocês. Esse é meu confessionário. Aqui há fatos banais até os mais importantes da minha vida. Momentos de alegria e tristeza recheiam as páginas virtuais deste diário. Eu tenho um amigo que não entende por que as pessoas fazem isso. Acha tudo uma grande bobagem e chama esse espaço de “blog choradeira”. Faço isso por que me faz bem escrever e, embora muitos desconhecidos ou apenas conhecidos freqüentem o Cor de Rosa e Carvão e estejam a par de minhas fraquezas, meus medos e incertezas, eu me declaro.
Sim, declaro meus sentimentos e momentos aos amigos. Os outros são meros expectadores pra mim. São os meus amigos pessoas importantes, independente de suas origens. Gosto de todos e me regozijo com suas vitórias. Não quero saber se são virtuais ou reais. Eu gosto e ponto.
Tenho ciúmes deles também. É tão difícil conquistar o carinho, a atenção e a lealdade de outras pessoas hoje em dia... Meu egoísmo, hoje, permite dividi-los com outras pessoas ou com o mundo. Mas, perdê-los? Ah, isso não. Ao longo desses quase 36 anos já ganhei e perdi tantos amigos, mas todos deixaram um buraco no meu peito, uma dor lacerante, depois raiva, mágoa, enfim, saudades.
Eu também não aprendi a dizer adeus. Nem quero. Quero continuar acreditando que amizade verdadeira persiste e resiste a tudo nessa vida. Que apenas ganha uma pausa na vida da gente, para que o outro siga em frente em sua vida. Prosperando, crescendo, amadurecendo, conquistando, ficando bonito. Não dá para fazer parte 100% da vida das pessoas ao longo dessa trajetória e ainda seguir com a nossa vida ao mesmo tempo. Eu sei... Mas também não precisamos romper os laços.
Mas tem situações que nos levam a isso. Só nos resta, então, deixar o amigo partir. E torcer para que tudo se estabeleça da melhor forma possível. Para um, quanto para outro. Deixar que o vento, em algum sopro mais forte, traga notícias de um futuro bom.
Sim, declaro meus sentimentos e momentos aos amigos. Os outros são meros expectadores pra mim. São os meus amigos pessoas importantes, independente de suas origens. Gosto de todos e me regozijo com suas vitórias. Não quero saber se são virtuais ou reais. Eu gosto e ponto.
Tenho ciúmes deles também. É tão difícil conquistar o carinho, a atenção e a lealdade de outras pessoas hoje em dia... Meu egoísmo, hoje, permite dividi-los com outras pessoas ou com o mundo. Mas, perdê-los? Ah, isso não. Ao longo desses quase 36 anos já ganhei e perdi tantos amigos, mas todos deixaram um buraco no meu peito, uma dor lacerante, depois raiva, mágoa, enfim, saudades.
Eu também não aprendi a dizer adeus. Nem quero. Quero continuar acreditando que amizade verdadeira persiste e resiste a tudo nessa vida. Que apenas ganha uma pausa na vida da gente, para que o outro siga em frente em sua vida. Prosperando, crescendo, amadurecendo, conquistando, ficando bonito. Não dá para fazer parte 100% da vida das pessoas ao longo dessa trajetória e ainda seguir com a nossa vida ao mesmo tempo. Eu sei... Mas também não precisamos romper os laços.
Mas tem situações que nos levam a isso. Só nos resta, então, deixar o amigo partir. E torcer para que tudo se estabeleça da melhor forma possível. Para um, quanto para outro. Deixar que o vento, em algum sopro mais forte, traga notícias de um futuro bom.
Comentários
boa semana!
bjosss...
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Peggy Sue, eu tb ri quando vi a figura. Mas faz parte do teu passado isso. Hehehe. Tá na minha foto de penetra... Só tu Pollyanna... kkkkk
pode ter certeza que é dos amigos que vc fez em videira que vc realmente vai sentir muitas saudades, o que resto, com o tempo só vai contar como experiência e talvez quem sabe uma lembrança ruim
kkkk