A doce vida no interior

O povo brasileiro é predominantemente “pardal” gosta mesmo é de uma grande cidade, adora sofrer como um louco por emprego, estudar até morrer para se formar para depois poder disputar um mercado saturado lotado de cabras melhores e mais experientes do que você, morar num quarto e sala no fim do mundo tendo que pegar 3 metros ou dirigir 3 horas para chegar no trabalho, morar 5 anos em um prédio e não saber nem o nome do vizinho e por aí vai.
Loucos mesmo somos nós que migramos para o interior, somos tratados sempre de doutor, somos altamente requisitados devido à grande falta de mão de obra especializada, ganhamos muito melhor (lei básica de mercado, quando maior a procura maior o preço), gastamos menos por viver num local de custo de vida baixo, moramos bem, não temos transito, índices baixíssimos de criminalidade, muito verde, acesso as autoridades e um povo hospitaleiro que te recebe de braços abertos.
Lógico que por interior eu não falo dessas cidades de 400 mil habitantes que cercam São Paulo e sim das hospitaleiras cidadezinhas de menos de 50 mil habitantes, de preferência mais afastadas da capital, essas sim meus amigos, essas sim.Semana passada chegou um médico récem formado no PR por aqui, foi recebidocomo herói, na semana seguinte já tinha fila na porta do rapaz, todo munjo já sabe o nome do bruguelo e nas lojas abrem as portas para ele (sim foi assim comigo também, por que outra razão eu estaria escrevendo este artigo?) =D
Loucos mesmo somos nós que migramos para o interior, somos tratados sempre de doutor, somos altamente requisitados devido à grande falta de mão de obra especializada, ganhamos muito melhor (lei básica de mercado, quando maior a procura maior o preço), gastamos menos por viver num local de custo de vida baixo, moramos bem, não temos transito, índices baixíssimos de criminalidade, muito verde, acesso as autoridades e um povo hospitaleiro que te recebe de braços abertos.
Lógico que por interior eu não falo dessas cidades de 400 mil habitantes que cercam São Paulo e sim das hospitaleiras cidadezinhas de menos de 50 mil habitantes, de preferência mais afastadas da capital, essas sim meus amigos, essas sim.Semana passada chegou um médico récem formado no PR por aqui, foi recebidocomo herói, na semana seguinte já tinha fila na porta do rapaz, todo munjo já sabe o nome do bruguelo e nas lojas abrem as portas para ele (sim foi assim comigo também, por que outra razão eu estaria escrevendo este artigo?) =D
Grandes capitais pra mim são ótimos lugares para você passear, fazer compras, rir dos engarrafados, curtir um bom cinema e depois voltar pra casa e valorizar ainda mais o seu cantinho.
Fonte: Elemento Cortante
P.S.: Às vezes, mas só às vezes, a vida no interior não é tão doce assim, como o Elemento Cortante relatou. Mas tudo bem. Há suas vantagens, inegáveis até. Por isso roubei esse post.
Comentários
Ai, acho que só eu não sei ainda desse médico! Ainda falta alguma coisa para eu me tornar mesmo do interiorrrrr, pois não fico sabendo dos acontecimentos...rsrsrsrs!
bj pa tu, rapá!
no interior quem manda é o prefeito, o padre e o doutor
necessariamente nesta ordem.
he he he
ganhando bem?
ha ha ha ha
Cruela, adorei seu nick, assim como adoro o Calcinhas. Bom, antes o prefeito até mandava mais, agora com a Lei de Responsa, onde ele n pode comprar mta gente, o cara tá sem forças... Só manda nos CCs deles... Tá ligada Polly?
Poliana, depois do prefeito (que quer ser o único mandatário de Videira, mas ainda n conseguiu pq Videira é um caso a parte), quem manda aqui é o padre Carlesso e Eu, pq sou dotôra, como disse a Rou. hahahaha. Como sou amiga do padreco, tá tudo em casa o segundo lugar.
Jana, putz! precisa me lembrar disso? hahahaha. Cretina!
Forte abraço
Caurosa
E o prefeito aqui não quer nada..o povo é quem quis assim...tu bem sabes...heheh e viva a democracia.... vai vender assinatura que tu ganha mais..hehe